Destaques

Minhas impressões: A Torre do Amor - Eloisa James

Por Cinthia FotoseLivros •
22 outubro 2018
Olá pessoal! Que delícia é ler Romances de Época e esta série de Eloisa James, que são releituras de Contos de Fadas ou não, mas não é uma série onde os livros são continuação ou os casais se conhecem. Neste  livro, A Torre do Amor, teremos a releitura de Rapunzel, mas também temos citações e um quê de Romeu e Julieta.


A Série


Pela ordem que foram lançados no Brasil:
  1. Quando a Bela domou a Fera - releitura de A Bela e a Fera
  2. Um Beijo à Meia-noite - releitura de Cinderela
  3. A Duquesa Feia - releitura de O Patinho feio
  4. A Torre do Amor - releitura de Rapunzel

No Goodreads ou no site da autora temos outros livros ou pequenos contos desta série, mas ainda não temos mais informações sobre outros lançamentos pela Arqueiro. Eu pessoalmente gostaria muito que a Arqueiro continuasse lançando outros livros e séries de Eloisa James.

Sinopse


Minhas impressões

Neste livro teremos um nobre escocês, quase um Highlander, que usa kilt e quase tem uma armadura na fachada, mas é um lindo e doce, Gowan Stoughton de Craigievar, Duque de Kinross, chefe do clã do MacAulays e um nobre escocês jovem, mas que por ter pais desregrados, se tornou um jovem forte e de muitas regras, quase um velho.



"O único problema era que o lugar estava repleto de damas inglesas, e ele concluíra que não seria uma boa ideia se casar com nenhuma delas.
Era verdade que um nobre escocês sempre tinha bons motivos para se associar a uma das grandes casa da Inglaterra.
(...)
Lady Edith não se encaixava naquele abafado salão de baile inglês. Havia algo de etéreo nela, como se sonhasse em construir um lar ao pé de uma colina habitada por fadas. Tinha os olhos verdes, profundos e escuros como um lago num dia de tempestade." posição 2%


Mas as regras e ideias de Gowan se perdem no momento que ele conheceu Lady Edith e se encantou e decidiu que ela seria a Duquesa de Kinross... custasse o que custasse.

"No entanto, ao olhar lady Edith, o amor e a poesia passaram a fazer sentido. Uma frase lhe veio à mente como e tivesse sido escrita para descrever aquele momento: nunca vi verdadeira beleza até esta noite..." posição 2%


Lady Edith Gilchrist, Edie, foi apresentada um pouco atrasada à sociedade, e logo após o seu primeiro baile já fisgou um Duque como marido, mas ela nem se lembra dele direito, quando a madrasta, Layla, conta a sobre a proposta do Duque de Kinross Eddie está de cama com um resfriado que a derrubou por alguns dias desde o seu baile, e como estava febril durante o baile, estava fraca e nem se lembra de muitos detalhes, nem mesmo das feições do futuro marido.

"- Meu futuro marido ou é impulsivo ou é estúpido. Nós nos vimos apenas ontem à noite e mal me lembro da aparência dele.
- Não é impulsivo. É másculo. Determinado - retrucou Layla.
- Idiota.
- Você é linda, Edie. Você sabe disso. Pelo amor de Deus, toda a aristocracia londrina sabe disso. É provável que ele tenha ouvido falar de você muito antes de ontem à noite. Todos andam comentando sobre a Encantadora Edith, que por fim fez sua apresentação à sociedade." posição 4%


Edie aprendeu a tocar violoncelo com seu pai, eles fazem duetos, e a música é o único elo entre os dois, ela perdeu a mãe cedo, e o pai demorou um pouco a se casar até que encontrou Layla, alguns anos mais jovem e cheia de energia e que com o tempo, e com pouca diferença de idade, se tornou uma amiga muito íntima e querida da enteada. E é a jovem madrasta que tranquiliza e ajuda Edie a abrir a cabeça e aceitar o casamento...

- O violoncelo é a única coisa que eu e papai temos em comum. Não consigo me lembrar de ter falado com ele sobre qualquer outro assunto. E agora vou me casar com alguém como ele, mas que provavelmente não entende nada de música?" posição 5%

 Edie e Gowan demoram a se reencontrar pessoalmente, visto que logo após acertar detalhes do casamento com o sogro ele partiu em viagem e ela ficou de cama por causa da gripe, mas enquanto o reencontro não acontecia eles trocaram cartas, honestas, sarcásticas e até mesmo picantes...



O reencontro de Edie e Gowan acontece no casamente de um casal de personagens de outra autora muito querida nossa, Julia Quinn, e o casal são Lady Honora Smythe-Smith e o Conde de Chaterris, do livro Simplesmente o Paraíso, o primeiro livro da quarteto Smythe-Smith. As autoras levaram seus personagens um para o livro da outra, eu achei isso super interessante. Mas voltando ao reencontro, Edie e Gowan se reencontram e já percebem a intensidade da atração que os unirá.

"Ao entrar no salão, tinha ficado feliz por encontrar Iris Smythe-Smith, que tocava violoncelo com maestria, tendo de alguma forma escapado da influência do quarteto familiar. Depois, sentira um estranho formigamento nas costas e por isso tinha virado a cabeça. E lá estava ele, caminhando em sua direção, seu futuro marido.
Foi como se os olhos de Edie tivessem grudado na figura dele e quisessem engoli-lo. As pernas de Kinross eram musculosas, bonitas, mais longas do que as dos ingleses presentes. O tórax dele era largo e os ombros pareciam ainda mais largos por causa do tecido xadrez jogado sobre eles.
E o rosto...
Era o rosto de um guerreiro, com um queixo marcante, de traços rudes, nada delicado. Por outro lado, os olhos eram impressionantes. Não havia emoção educada neles: apenas uma possessividade ardente." posição 17%


O casamento acaba acontecendo antes do que o pai da noiva desejava porque os noivos percebem que é impossível estarem juntos e nada mais comprometedor não acontecer e devido as regras fortes de Gowan ele consegue se segurar até a noite do casamento, ele é um jovem de 22 anos e tão virgem quanto ela, apesar de ele ter conhecimentos 'literários' que a noiva não conhece.

"Era como se estivesse casada com um tigre. Mesmo que um tigre esconda suas garras, isso não quer dizer que não possam ser usadas a qualquer momento. Era de certa forma vergonhoso perceber que ela - uma jovem perfeitamente lógica, educada para encarar a música como o máximo da civilização -se deixava empolgar pelo toque de selvageria que pairava sobre o marido." posição 46%


Como em todo casamento, o início do casamento de Edie e Gowan foi cheio de paixões e adaptações, eles tiveram dificuldades que nem sabiam como resolver ou entender, dificuldades que podem ou poderiam causar problemas mais sérios à relação deles se não existisse a Torre do Amor.

"O duque de Kinross fizera o que nenhum outro homem conseguira em seiscentos anos: conquistara a torre impossível. (...) Ou talvez tivesse sido o brilho dourado do cabelo dela, como ouro de Dânae, invocando-o na chuva. Ou talvez o som de rouxinol de sua voz.
Ou talvez fosse apenas Edie.
O jeito de ser Edie de sua esposa. A forma como ele a amava profundamente e a cada nota musical produzida por sua maravilhosa alma teimosa, generosa e alegre." posição 90%


Já disse lá em cima no início da resenha que quero mais e mais livros de Eloisa James.
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Minhas impressões: Um acordo e nada mais - Mary Balogh

Por Cinthia FotoseLivros •
15 outubro 2018
Romances de época me encantam... adoro pensar em como as pessoas viviam em tempos passados, nas dificuldades.  Um acordo e nada mais é segundo livro da série O clube dos sobreviventes e é um livro de redenções, um casal que viveu dificuldades individuais e que juntos crescem como pessoas e como casal.



A Série


No Goodreads

A Editora Arqueiro já divulgou nomes e capas apenas dos três primeiros livros, tão logo divulguem os próximos atualizarei este post.

  1. Uma Proposta e nada mais (The Proposal) - Hugo Emes, Lord Trentham & Gwendoline Grayson, Lady Muir
  2. Um acordo e nada mais (The Arrangement) - Vincent Hunt & Sophia Fry 
  3. Uma loucura e nada mais (The Escape) - Benedict Harper & Samantha McKay (primeiro semestre de 2019)
  4. (Only Enchanting) - Flavian Arnott, Visconde Ponsonby & Agnes Keeping
  5. (Only a Promise) - Ralph Stockwood & Chloe Muirhead
  6. (Only a Kiss) - Imogen, Lady Barclay & Percival Hayes, Earl of Hardford
  7. (Only Beloved) - George Crabbe, Duque de Stanbrook, Dora Debbins





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Minhas impressões

Vincent Hunt, o Visconde de Darleigh, ficou cego em uma batalha há algum tempo e depois herdara de um tio jovem e saudável o título e uma fortuna considerável e agora suas amadas mãe, avó e irmãs o mimavam como se fosse incapaz de pensar, não apenas de enxergar... Vincent está sofrendo com a falta de independência que sofre quando está em casa em Middlebury. E para piorar ainda mais, elas agora estão arrumando um casamento para ele... e depois de conversar com a 'pretendente' por um tempo e perceber que ela faria o 'sacrifício' de se casar com um cego, e é neste momento que ele foge... e acaba indo para a casa de sua infância, a Casa Covington em Barton Combs.

"O maior problema de permanecer em casa era ser atormentado pela presença de um número excessivo de parentes do sexo feminino e de poucos do sexo masculino -  e nenhum deles dono de uma personalidade forte. A avó e a mãe moravam com ele, e as três irmãs, embora casadas e com as próprias famílias e residências, faziam visitas frequentes, e normalmente longas demais." posição 1%

Sofia Fry é uma moça solitária que vive há cinco anos de favor na casa de tias sem coração, pessoas que não cuidam dela e ignoram... quando o Visconde de Darleigh chega escondido em sua casa a 'ratinha' que ninguém percebe o viu chegando.

"Olhou para a Casa Covington, sua construção preferida em Barton Combs. Não era nem uma mansão nem um chalé. Nem mesmo um solar. Mas era grande, quadrada, sólida. (...)
(...)
Gostava de observar a casa e imaginar como deveria ser quando a família Hunt morava ali - o professor distraído, mas adorado por todos, a esposa atarefada, as três lindas filhas e o filho travesso, alegre e atlético, sempre e o melhor em qualquer esporte que praticava, sempre metido em travessuras, adorado pelos velhos e pelos jovens (...)
Ele desceu sem ajuda. Andava com segurança, sem hesitação. Contudo, ficou imediatamente claro para Sophia que a bengala não era apenas um acessório da moda, mas algo que ele usava para se guiar.
(...)
O cego visconde de Darleigh, outrora Vincent Hunt, voltara para casa." posição 6%

Quando toda a cidade de Barton Combs descobre que o 'filho pródigo' mais bem sucedido está de volta vira logo um alvoroço e todos querem cumprimentá-lo e reverenciá-lo, fazendo uma festa... e os tios interesseiros de Sophia, que nunca gostaram da família Hunt, agora querem que a filha Henrietta se case com o Visconde de Darleigh e são capazes de qualquer coisa para jogá-lo na armadilha do casamento. Mas Sophia que sabia da artimanha dos tios e primos é capaz até de ir a festa para defender o

"Nunca havia sido apresentada a ninguém, e, no máximo, recebera alguns acenos cordiais depois da missa, aos domingos. Mas tudo o que realmente queria era observar as pessoas interagindo e se divertindo.
Ah - admita, Sophia -, e queria rever o belo visconde de Darleigh. Para adorá-lo a distância.
E também para garantir, se conseguisse, que Henrietta - encorajada e ajudada pelos pais - não o fizesse cair em uma armadilha, alguma situação comprometedora que o obrigaria, como homem honrado, a se casar com ela." posição 13%

Sophia conseguiu ajudar o visconde, mas ao fazer isso se meteu em uma situação triste e desoladora, foi expulsa da casa dos tios, se escondeu na igreja, mas em Barton Combs nada fica escondido por muito tempo e logo Vincent descobre que a moça encantadora com quem conversara na noite anterior e que o salvara de um casamento forçado foi despejada. E vai tentar ajudar Sophia.

"Esperava que ele não se oferecesse para procurar seu tio e interceder por ela. Seria inútil. Além do mais, não voltaria para lá, nem se pudesse. Já tinha sido uma ninguém por tempo demais. A indigência era melhor do que aquilo - um pensamento irrefletido e tolo, já que nada poderia ser pior do que a indigência. Seu estômago se revirou, ou pelo menos assim lhe pareceu." posição 19%

E ao tentar ajudar a pequena Sophia Vincent acaba pedindo a mão da moça em casamento, fazendo um acordo de ajuda e independência... e logo eles partem para Londres a fim de se casarem e arrumarem roupas adequadas a uma viscondessa. Um arranjo, um acordo, que será benéfico para Sophia e para Vincent.

"Ele sorriu. Talvez não tivesse sido tão precipitado assim, afinal de contas. Tinha a forte sensação de que poderia vir a gostar dela - não apenas por estar determinado a gostar, mas porque...
Bem, porque ela era uma pessoa digna de ser amada.
Ou parecia ser." posição 28%

Ao chegarem em Londres Sophia é hospedada na casa de Lorde e Lady Trentham, de Uma Proposta e nada mais, e é acolhida pelos amigos de Vincent, que estão na cidade após o casamento de Hugo e Gwen, e entendem a situação para o casamento de Vincent e Sophia.


"- Preciso de uma esposa, Hugo - explicou Vincent. - Minha família não me deixará em paz até que eu me case. Sophia precisa de um lar e de alguém que cuide dela. Ninguém jamais cuidou realmente dela. Ninguém jamais cuidou dela realmente, sabe. Vai dar certo. Vou me esforçar para que dê. Nos vamos." posição 28%


Uma linda história de amor, de construção de um relacionamento baseado no amor e ajuda mútuas, Sophia ajuda Vincent a se tornar mais independente em sua casa, a tomar as rédeas de sua vida novamente, apesar da falta de visão, o ajuda a caminhar mais independentemente, a ver com os olhos da esposa as belezas da casa que herdou, e viver como o homem que teria sido se não tivesse perdido a visão. E Vincent ajuda Sophia a perceber sua beleza e seu talento e faz da pequena ratinha uma linda e amorosa viscondessa.

 "- Feliz? - perguntou Vincent enquanto Sophia lhe dava o braço e o guiava até o que ele supunha serem os canteiros do jardim.
Ouviu-a soltar o ar.
- Feliz - disse ela. - Tudo deu certo, não foi? Mais do que certo. Ah, Vincent, precisamos fazer isso com mais frequência. Talvez quando seus amigos vierem, na primavera que vem. Eles virão, não é? posição 94%


Eu me encantei com os dois livros da Série Clube dos Sobreviventes e já estou ansiosa pelo próximo, pelo próximo encontro destes sobreviventes que se ajudam e se tornaram uma linda família de superação no pós-guerra.

"- Bem. Então todos devem vir para cá. Será que isso estragaria tudo? Precisa ser sempre em Penderris? Sei que é o lugar onde passaram aquele tempo, onde naturalmente escolheram se encontrar. Mas precisa ser lá? Não seria mais importante reuni-los no mesmo lugar? Vincent, podemos convidar todos para nos visitar? O senhor viria, lorde Ponsonby? Ou prefere ir para a Cornualha mesmo que Vincent não possa ir no próximo ano?
- Nós podemos e o faremos, Sophia - disse Vincent. - Porém...
- Sem poréns, Vince - retruco Flavian. - A senhora vai receber o p-prêmio de genialidade deste ano, lady Darleigh. Se juntássemos nossas sete cabeças, seríamos incapazes de chegar a esta solução. N-não é, Vince?" posição 93%


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Five Years gone - Marie Force

Por Cinthia FotoseLivros •
13 outubro 2018
Nesta semana, terça-feira 09 de outubro, foi lançado FIVE YEARS GONE, este livro... maravilhoso de Marie Force, uma das minhas autoras favoritas da atualidade, mas que ainda, não sei porque, não chegou ao Brasil traduzida, por isso, este post é para quem lê em inglês. This week, Tuesday October 9th, was released FIVE YEARS GONE this wonderful book... byMarie Force, one of my favorite authors of the present time, but still, I don't know why, not arrive in Brazil translated, so this post is for those who read in English.



Os americanos são um povo que ama sua pátria e aqueles que lutam por ela, Five years gone é uma homenagem aos heróis que lutam pela América, mas também pelo mundo. Americans are a people who love their Country and those who fight for it, Five years Gone is a tribute to the heroes who fight for America, but also for the world.

BLURB/Sinopse

The most brazen terrorist attack in history. A country bent on revenge. A love affair cut short. A heart that never truly heals. O ataque terrorista mais vergonhoso da história. Um país empenhado na vingança. Um caso de amor interrompido. Um coração que nunca cura verdadeiramente.

I knew on the day of the attack that our lives were changed forever. What I didn’t know then was that I’d never see John again after he deployed. One day he was living with me, sleeping next to me, making plans with me. The next day he was gone. Eu sabia no dia do ataque que nossas vidas mudariam para sempre. O que eu não sabia era que eu nunca mais veria o John depois que ele seguisse para a guerra. Um dia ele estava morando comigo, dormindo ao meu lado, fazendo planos comigo. No dia seguinte ele se foi.That was five years ago. The world has moved on from that awful day, but I’m stuck in my own personal hell, waiting for a man who may be dead for all I know. At my sister’s wedding, I meet Eric, the brother of the groom, and my heart comes alive once again. Isso foi há cinco anos. O mundo passou por aquele dia horrível, mas estou presa em meu inferno pessoal, esperando por um homem que pode estar morto por tudo que eu sei. No casamento da minha irmã, eu conheço Eric, o irmão do noivo, e meu coração ganha vida novamente.The world is riveted by the capture of the terrorist mastermind, brought down by U.S. Special Forces in a daring raid. Now I am trapped between hoping I’ll hear from John and fearing what’ll become of my new life with Eric if I do. O mundo está fascinado pela captura do líder terrorista, derrubado pelas Forças Especiais dos EUA em um ataque ousado. Agora estou presa entre a esperança de ouvir John e temendo o que será da minha nova vida com Eric se eu fizer isso.Five Years Gone, a standalone contemporary, is an epic story of love, honor, duty, unbearable choices and impossible dilemmas. Five Years Gone é um livro individual (não faz parte de uma série)  contemporâneo, é uma história épica de amor, honra, dever, escolhas insuportáveis e dilemas impossíveis.

Minhas impressões/Review


Marie Force escreveu uma história bem diferente do que normalmente escreve, é uma linda história de amor, mas um amor de dor, de perdas e de muita angustia. Marie Force wrote a very different story from what she usually writes, it is a beautiful love story, but a love of pain, loss and much anguish.

Ava Lucas atravessou o país, mudou de New York para a California onde fez sua faculdade e viveu por 10 anos, neste tempo ela viveu uma linda história de amor, por dois anos, com um herói, John West, mas depois deste lindo tempo, vivendo em uma bolha de amor, John partiu para uma missão super secreta e Ava ficou sem notícias, esperou por cinco angustiantes anos. Ava Lucas crossed the country, moved from New York to California where she did her college and lived for 10 years, this time she lived a beautiful love story for two years with a hero, John West, but after this beautiful time, living in a bubble of love, John set out on a super secret mission and Ava was left without news, waited for five harrowing years.

Agora Ava precisa seguir com sua vida e aproveita o casamento da irmã Camille para voltar para New York e tentar viver sua vida sem pensar e sofrer por John, 24 horas por dia... e no casamento da irmã ela encontra Eric, o irmão do noivo/marido da irmã. Now Ava needs to get on with her life and uses her sister Camille's marriage to return to New York and try to live her life without thinking and suffering for John, 24 hours a day... and at her sister's wedding she meets Eric.

EricTilden perdeu há pouco menos de um ano a noiva em fuga e ao encontrar Ava no casamento de seu irmão e este encontro o faz voltar a ter alegria de viver e se torna um amigo muito querido. Ava e Eric se ajudam a vencer as dores de seus passados e são maravilhosos juntos e um para o outro. Eric Tilden lost just under a year his fleeing bride and finding Ava at the wedding of his brother and this meeting makes him rejoice the joy of living and becomes a dear friend. Ava and Eric help themselves to overcome the pains of their past and are wonderful together and to each other.

O amor de Ava e Eric é lindo, forte, honesto e intenso... quando o mundo vivencia a alegria da captura do líder terrorista que causou tanto mal a tantas pessoas no mundo, Ava e Eric vão viver o retorno de John e tudo o que isso pode causar a cada um deles e ao relacionamento deles. Ava and Eric's love is beautiful, strong, honest, and intense... when the world experiences the joy of capturing the leadre terrorist who has inflicted so much evil on so many people in the world, Ava and Eric will live John's return and all this can cause to each of them and to their relationship.

Uma linda história de homenagem àqueles que sofrem ao perder seus amados para a guerra, uma linda história de superação, de dor, mas de amor. Uma homenagem aos heróis americanos que lutam pela paz de seu país e pela paz do mundo. A beautiful story of tribute to those who suffer when losing their loved ones to war, a beautiful story of overcoming, pain, but love. A tribute to the American heroes who fight for the peace of their country and the peace of the world.




AUTHOR BIO:


Marie Force is the New York Times bestselling author of contemporary romance, including the indie-published Gansett Island Series and the Fatal Series from Harlequin Books. In addition, she is the author of the Butler, Vermont Series, the Green Mountain Series and the erotic romance Quantum Series. In 2019, her new historical Gilded series from Kensington Books will debut with Duchess By Deception. Marie Force é autora de romances contemporâneos best-seller do New York Times, incluindo a Série Gansett Island e a Fatal Series da Harlequin Books. Além disso, ela é autora de Butler, da série Vermont, da Green Mountain Series e da série de romances eróticos Quantum. Em 2019, sua nova série histórica Gilded, da Kensington Books, será lançada com o primeiro livro: Duquesa por Decepção.

All together, her books have sold 6.5 million copies worldwide, have been translated into more than a dozen languages and have appeared on the New York Times bestseller list many times. She is also a USA Today and Wall Street Journal bestseller, a Speigel bestseller in Germany, a frequent speaker and publishing workshop presenter as well as a publisher through her Jack’s House Publishing romance imprint. She is a two-time nominee for the Romance Writers of America’s RITA® award for romance fiction. Todos juntos, seus livros venderam 6,5 milhões de cópias em todo o mundo, foram traduzidos para mais de uma dúzia de idiomas e apareceram na lista de bestsellers do New York Times muitas vezes. Ela também é best-seller do USA Today e do Wall Street Journal, best-seller da Speigel na Alemanha, palestrante freqüente e apresentador de workshops de publicação, bem como editora através de sua publicação no Jack's House Publishing. Ela foi duas vezes nomeada para o prêmio RITA® da Romance Writers of America para romance de ficção.

Her goals in life are simple—to finish raising two happy, healthy, productive young adults, to keep writing books for as long as she possibly can and to never be on a flight that makes the news. Seus objetivos na vida são simples - terminar de criar dois jovens adultos felizes, saudáveis e produtivos, continuar escrevendo livros pelo maior tempo possível e nunca estar em um vôo que seja notícia.

AUTHOR LINKS:


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Lançamento (HOJE): Five years Gone by Marie Force

Por Cinthia FotoseLivros •
09 outubro 2018




Hoje estamos comemorando o lançamento de FIVE YEARS GONE, um romance isolado da autora Bestselling do New York Times Marie Force. Pegue os lenços e leia um trecho do livro abaixo (em inglês).


Today we are celebrating the release of FIVE YEARS GONE, a romantic standalone title by New York Times Bestselling author Marie Force. Check out some teasers and an excerpt for the book below.



FIVE YEARS GONE by Marie Force

Available Now

ABOUT THE BOOK:

The most brazen terrorist attack in history. A country bent on revenge. A love affair cut short. A heart that never truly heals.

I knew on the day of the attack that our lives were changed forever. What I didn’t know then was that I’d never see John again after he deployed. One day he was living with me, sleeping next to me, making plans with me. The next day he was gone.
That was five years ago. The world has moved on from that awful day, but I’m stuck in my own personal hell, waiting for a man who may be dead for all I know. At my sister’s wedding, I meet Eric, the brother of the groom, and my heart comes alive once again.
The world is riveted by the capture of the terrorist mastermind, brought down by U.S. Special Forces in a daring raid. Now I am trapped between hoping I’ll hear from John and fearing what’ll become of my new life with Eric if I do.
From a New York Times bestselling author, Five Years Gone, a standalone contemporary, is an epic story of love, honor, duty, unbearable choices and impossible dilemmas.

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Read this excerpt from Five Years Gone.


Prologue

Ava

We met in a bar, of all places, a dingy hole-in-the-wall favored by military members from the nearby Navy base in San Diego. I went with a friend from school who was interested in one of the military guys. Before that night, I’d never been there, and I’ve never been back. John was celebrating the promotion of one of his buddies. He crashed into me as I left the ladies’ room and kept me from falling by grabbing my arms to steady me.

Just like in the movies, our eyes met, and my spine tingled with the kind of instantaneous awareness I’d only read about but never experienced personally.

“I’m so sorry,” he said, gorgeous and fierce in his fatigues.

I noticed gold on his collar, a hint of late-day scruff on his jaw and the name WEST in bold black letters on his chest. Intense electric-blue eyes made it impossible for me to look away, even when I was safely back on my feet.

“Are you all right?” he asked.

Realizing I’d been staring at him, I blinked and reluctantly broke the connection. “I… Yes, I’m fine. Thank you for the save.”

And then he smiled, and the tingling began anew.

“I’m John.”

I shook his outstretched hand. “Ava.”

Keeping his hold on my hand, he tipped his head. “You come here often?”

“Never,” I said, laughing. “I’m a first-timer.”

“What do you think so far?”

“I wasn’t impressed until about thirty seconds ago.”

As if he had all the time in the world to give me, he leaned against the wall. “Is that right? What happened thirty seconds ago?”

I thought about taking back my hand but didn’t. “I was saved from certain disaster by a man in uniform.”

“The guy in the uniform is the reason you needed saving in the first place, because he wasn’t watching where he was going. Least he can do is buy you a drink.”

“I wouldn’t say no to that.” I was proud of my witty responses and got the feeling he could more than hold his own in the wittiness department. Across the crowded room, I noticed my friend talking to the guy she’d come to see, and her brows lifted in interest when she saw me with John. He guided me to the bar, placing a proprietary hand on my lower back, and told one of the guys to give me his stool.

“Yes, sir.” The younger man bowed gallantly to me as he took his beer and moved along.

“Do people always do what you say?”

“If they know what’s good for them.” His teasing grin kept the comment from being overly cocky. “What can I get you?”

Deciding to live dangerously for once, I asked for a cosmopolitan.

“Go big or go home,” he said with admiration.

“That’s my motto.” I was so full of shit. I wondered if he could tell I was all talk or what he’d think of me if he knew I usually err much closer to the side of caution than the wild side. I wondered if he could tell I was just barely old enough to drink. I’d turned twenty-one only six months earlier.

When my cosmo and his Budweiser had been delivered, he offered a toast. “To new friends.”

I touched my glass to his bottle. “To new friends.”

“So, where’re you from, Ava?”

“New York.”

“I thought I heard New Yawk in your voice.”

I batted my eyelashes at him. “So four years at the University of California San Diego didn’t scrub the New York out of me?”

Laughing, he said, “Hardly. I know some guys from New York. One of them is from Staten Island, which is about as New York as it gets. I know New York when I hear it.”

“I’m from Purchase, upstate from the city. What about you?”

“I’m from all over. My old man is a retired general. You name it, I’ve lived there.”

“Where’s home?”

“Right here.” He turned that intense gaze on me, and I went stupid in the head. I couldn’t see anything but him. We might as well have been alone in the crowded bar for all I knew. Unlike my friend, who loved men in uniform, I was never turned on by the uniform. Until then. Until John. “You want to get out of here?”

I swallowed hard. It wasn’t like me to leave a bar with a man I’d just met. “And go where?”

“Somewhere we can talk.”

“What do you want to talk about?”

He leaned in so his lips were close to my ear. “Everything. I want to know every single thing there is to know about you.”


That’s how we started. We were intense from the first second we met until the last time I saw him five years ago today. I can’t believe it’s been five years since I looked into those incredible blue eyes or woke to him on the pillow next to me or heard his voice in my ear, whispering words that’re permanently carved into my heart as he made love to me.

The worst part is I have no idea where he is. I don’t know if he’s alive or dead, being held captive or if he’s living his life somewhere else with someone else. I don’t know, and the not knowing is the hardest thing I’ve ever dealt with.

I love him as much today as I ever did. No amount of time could ever change that simple fact of my life. We had two beautiful, magnificent years together, caught up in our own little bubble. He never met my family. I never met his. We didn’t make couple friends. We didn’t talk about the future. We didn’t need to. Our future was decided that first night, and it would take care of itself in due time. I honestly and naïvely believed that.

Now, with hindsight, I realize the bubble was strategic on his part. He gave me everything he had to give, including no promise of tomorrow.

Five years ago today, we watched the horror unfold on live television. A US-based cruise ship blown up by suicide bombers. Four thousand lives extinguished in a heartbeat. Our world permanently changed once again, our country declaring yet another war on terrorists. After 9/11 we thought we’d seen everything. We were wrong.

“I have to go,” he said, grabbing the duffel that stood ready in the front hall closet. He called it his “go bag.” I’d thought nothing of it.

“Where’re you going?”

“I don’t know.”

“When will you be back?”

“I don’t know that either.” He held my face in his hands and gazed at me, seemingly trying to memorize my every feature. “I love you. I’ll always love you.” Then he kissed me as passionately as he ever had and was gone, out the door in a flash of camouflage.

I never saw him again.

I’m not his wife or even his fiancée, so no one notified me of his whereabouts. And three months after he left, when I found a way onto the base in a desperate quest for information, no one there could tell me anything either. I tried to locate his parents and other people he mentioned, but it was like they didn’t exist. I could find no record of a retired general named West in the Marine Corps, Army or Air Force.

Furthermore, an exhaustive search for information on the John West I had known led nowhere. No high school, no college, no military service, no nothing.

Sometimes I wonder if I dreamed the two years we spent together, doing mundane things like grocery shopping, cooking, watching TV and sleeping together after long days at work. But then I’d remember the blissful passion, the scorching pleasure, the desire that ruled us from the beginning, and I’d know I didn’t dream him. I didn’t dream us. We were real, and he was everything to me.

Sitting on the floor in our apartment, surrounded by boxes, I take a few minutes before the movers arrive to memorize every detail of the place where we lived together. I’ve packed his things along with mine, and I’m moving home to New York. Today was my deadline. I gave it five years, and I simply can’t do it anymore. I can’t sit in our home among our things, waiting for something that’s never going to happen.

It’s over. It’s time for me to move on. It’s probably long past time, if I’m being honest with myself. And though I know it’s the right move at the right time, that doesn’t mean my heart isn’t shattering all over again as I dismantle the place where we were us.

My sister is getting married next month. I promised her I’d be home in time to hold her hand through the festivities. Other than occasional trips home for holidays and other occasions, I’ve been gone more than ten years. I bear no resemblance whatsoever to the girl who left home at eighteen seeking independence from her overbearing family at a faraway college out West.

I accomplished all my goals, finishing college, landing a decent job and falling in love with the man of my dreams. I found out what happens when dreams come true and how painful it is when they blow up in your face.

It’s time now to set new goals, to start over, to begin a life that doesn’t have John at the center of it the way it did here. It’ll be nice to be back with people who love me and care about me, even if they tend toward smothering at times. That’s looking rather good to me after years of loneliness and grief.

The intercom sounds to let me know the movers are here. I pick myself up off the floor and steel my heart for the day ahead. I can do this. I’ve been through worse, and I’ll survive this the same way I’ve survived everything else. Despite my resolve, my eyes fill with tears as I press the button that opens the door downstairs to the movers.

It doesn’t take them long to pack my belongings into their truck. I keep with me the things that can’t be replaced—precious photos, gifts he gave me, the clothing he left behind. After taking a final look around the apartment, I pack those boxes into my car, turn my apartment keys into the leasing office and head east, feeling as if I’m leaving behind everything that ever mattered to me.

It’s like I’m losing him all over again. I cry all the way through the desert of Southern California and well into Arizona. I relive every minute I can remember, every conversation, every special moment. I think about what it was like to make love with him and wonder how I’ll ever to do that with anyone but him. Maybe I won’t. Maybe that part of my life ended with him, and even though I’m only twenty-eight now, I’m okay with that possibility. Once you’ve experienced perfection, it’s hard to imagine settling for anything less.

The tears finally dry up somewhere in northern Arizona, but the ache inside… I take that with me all the way to New York, where I will try my very best to pick up the pieces of my shattered life and put them back together into some new version of myself.

After all, what choice do I have?

 


ADD FIVE YEARS GONE TO GOODREADS


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AUTHOR INFORMATION:

Marie Force is the New York Times bestselling author of contemporary romance, including the indie-published Gansett Island Series and the Fatal Series from Harlequin Books. In addition, she is the author of the Butler, Vermont Series, the Green Mountain Series and the erotic romance Quantum Series. In 2019, her new historical Gilded series from Kensington Books will debut with Duchess By Deception.
All together, her books have sold 6.5 million copies worldwide, have been translated into more than a dozen languages and have appeared on the New York Times bestseller list many times. She is also a USA Today and Wall Street Journal bestseller, a Speigel bestseller in Germany, a frequent speaker and publishing workshop presenter as well as a publisher through her Jack’s House Publishing romance imprint. She is a two-time nominee for the Romance Writers of America’s RITA® award for romance fiction.
Her goals in life are simple—to finish raising two happy, healthy, productive young adults, to keep writing books for as long as she possibly can and to never be on a flight that makes the news.
Join Marie's mailing list for news about new books and upcoming appearances in your area. Follow her on Facebook, Twitter @marieforce and on Instagram. Join one of Marie's many reader groups. Contact Marie at marie@marieforce.com.

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Minhas impressões: Me Poupe! - Nathalia Arcuri

Por Cinthia FotoseLivros •
08 outubro 2018
Eu tenho uma relação complicada com o dinheiro, não sei poupar, e em tempos de crise, como a brasileira atual, fica ainda mais complicado, mas fui procurar um pouco de ajuda no livro de Nathalia Arcuri, do canal Me Poupe no YouTube, cujo título é o mesmo do canal... tenho que confessar que sou mais de livros do que de vídeos, e aprendi várias coisas interessantes neste livro desta 'menina' que sempre soube o que quer na vida.

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Minhas impressões

O subtítulo do livro é 10 passos para nunca mais faltar dinheiro no seu bolso e estes 10 passos vem dispostos nos capítulos de forma muito agradável, com narrações de fatos da vida da Nath, que é bem jovem e já tem muito dinheiro poupado...

"Acontece que perseguir um objetivo importante e genuíno, ancorado em um propósito que tem a ver com os nossos valores, exige escolhas e renúncias. E, às vezes, as escolhas mais difíceis e dolorosas estão relacionadas às pessoas que amamos." pag 40

Desde que descobriu que para ter um 'Escort conversível vermelho', por volta dos 7/8 anos, ela percebeu que teria que guardar dinheiro... e daí pra frente aprendeu a economizar, a pesquisar, a negociar e tantas outras coisas que já faz dela uma expert em finanças, dona de um dos canais mais acessados no YouTube, é milionária.


Eu adorei saber o quanto temos que nos conhecer bem para conseguir realizar nossos objetivos e sonhos, inclusive, poupar dinheiro.

"... para definir objetivos verdadeiros e justificáveis, amparados por um propósito que nos permitirá viver uma vida mais plena, precisamos de autoconhecimento. Só quando nos conhecemos bem é que conseguimos ter clareza sobre o porquê de desejarmos tanto uma determinada conquista. E é essa clareza que vai nos levar aos 4 Fs da Riqueza..." pag 44
Eu descobri que tenho muito a aprender, sobre mim, sobre finanças e sobre a vida... e sou bem mais velha que Nathalia Arcuri, mas vou tentar seguir os 10 passos dela... e de uma forma beeeem resumida estes 10 passos seriam:

  1. Falar sobre dinheiro
  2. Objetivos
  3. Autoconhecimento
  4. Não desperdice
  5. Poupe
  6. Investimentos
  7. Aprendizado
  8. Aposentadoria
  9. Responsabilidade
  10. Gratidão

Mas você precisa ler o livro e acompanhar o canal dela para aprender um pouco e quem sabe conseguir começar a poupar para aquela sonhada viagem, ou a casa própria, ou até mesmo roupas novas...

Um excelente livro, super indico!


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Minhas impressões: O Jardim esquecido - Kate Morton

Por Cinthia FotoseLivros •
25 setembro 2018
No ano passado fiquei conhecendo a autora Kate Morton quando li o maravilhoso A Casa do Lago, tão logo vi sobre o lançamento de O Jardim esquecido, da mesma autora não tive dúvidas em escolher este livro para ser a minha leitura da Arqueiro de setembro... eu terminei de ler este livro na sexta-feira (21/09/2018) e até hoje não consegui começar outro livro devido a querer ficar com todos os personagens deste livro por mais tempo.

"Mas foi o que fez. Atirou-se no buraco do coelho e entrou em uma história de magia e mistério sobre uma princesa que vivia com uma velha cega em um chalé, no meio de uma floresta sombria. Uma princesa corajosa, muito mais do que Cassandra jamais poderia ser." posição 7%

Sinopse


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Minhas impressões


Estou sem palavras para começar a falar sobre este maravilhoso, encantador e profundo livro. A escrita de Kate Morton é daquelas que não te deixam largar o livro, e se você o larga fica pensando nos próximos acontecimentos... com um mistério não solucionado por anos vamos revivendo o passado, no presente e fazendo incursões no passado a fim da solução.

O livro tem três partes e se inicia em 1913 quando o 'mistério' se inicia, quando uma menina é deixada em um navio, aguardando a mulher misteriosa voltar. Alguns dos mistérios: Quem é a AUTORA e o que ela é para a menina? Por que  a autora não voltou? Onde está a mãe da menina? Quem é a menina?

"A menina imaginou, do jeito vago e despreocupado das crianças muito amadas, onde estaria sua mãe, quando ela viria. E refletiu sobre a dama. Sabia quem era, tinha ouvido a avó falar dela. A dama se chamava Autora e morava no pequeno chalé do outro lado da propriedade, depois do labirinto. A menina não devia saber disso. Fora proibida de brincar no labirinto de arbustos. A mãe e a avó tinham dito que era perigoso se aproximar do penhasco. Mas às vezes, quando ninguém estava olhando, ela gostava de fazer coisas proibidas." posição 1%


Vamos fazendo várias viagens de ida e volta por anos 1913, 1930, 1975, 2005... em seguida vamos conhecer a menina, Nell, crescida, próximo de fazer 21 anos, cuidando da mãe doente, noiva de um bom homem, no dia dos seu aniversário, após perder a mãe e o pai revelando um segredo guardado há anos e que tira dela toda a felicidade, ela não sabe quem ela é, e se perde...

"Contou-lhe o segredo que ele e a esposa guardaram durante dezessete anos. Esperou pelo lampejo de compreensão, pela mudança de expressão quando ela processasse o que ele estava dizendo. Observou o mundo dela cair e a pessoa que tinha sido a vida inteira desaparecer em um segundo." posição 2%

'Voamos' para 2005 quando Nell está em seus momentos finais, sendo cuidada pela neta Cassandra, e dizendo fragmentos de seu passado, recordando coisas tristes e dolorosas e deixando a neta sem entender nada, depois de seu falecimento Cassandra descobre que a avó era 'adotada' e fica curiosa em descobrir mais coisas quando vão acontecendo mais coisas que a deixam intrigada.


" - Papai contou a Nell que ela não era filha dele e de mamãe.
- Ela era adotada?
As tias trocaram um olhar.
- Não exatamente - disse Phyllis.
- Ela foi encontrada - afirmou Dot.
Cassandra franziu a testa.
- Encontrada onde?
- No cais de Maryborough - respondeu Dot. - Onde os grandes navios chegavam, vindos da Europa. Agora não chegam mais lá, é claro, existem portos muito maiores, e a maioria das pessoas hoje viaja de avião." posição 5%

E o livro vai num ir e vir de passado e presente, e troca das personagens, mas vamos conhecendo Nell e Cassandra e como avó e neta ficaram juntas e criaram um laço afetivo importante para ambas e que mais uma vez mudou o destino de Nell e também o de Cassandra, e como as duas são tão ligadas que à medida que Cassandra fica sabendo de fatos que a avó nunca contou, ela vai percebendo que precisa descobrir a verdade sobre a avó.

"Nell a olhou espantada, depois a abraçou. A menina recuou, surpresa com aquele gesto súbito e inesperado, mas depois se entregou. Lançou-se para a frente, encostando a cabeça naquele corpo macio, que cheirava a lavanda, seus ombros sacudidos por soluços, enquanto as lágrimas mornas molhavam a camisola de Nell.
(...)
E, embora Cassandra não pudesse acreditar que alguma coisa fosse ficar bem, sentiu-se confortada pelas palavras de Nell. Algo na voz da avó sugeria que ela a compreendia. Que sabia como era assustador passar um noite de tempestade, sozinha, em um lugar desconhecido." posição 8%

"Cassandra assentiu, distraída. Sua mente estava em outro lugar, tentando estabelecer ligações. Tudo isso por conta da conversa de Ben sobre mistérios, da sugestão de que Nell poderia estar tentando solucionar algum. Todos os segredos que surgiram depois da morte de sua avó começavam a se misturar: a origem desconhecida de Nell, sua chegada a um porto, a mala, a viagem misteriosa à Inglaterra, essa carta secreta..." posição 11%

Quando Cassandra começa sua busca pelo passado da avó vamos para um passado mais remoto (1900) e vamos conhecer Eliza Makepeace, a Autora, e sua vida difícil em um cortiço em Londres, com a mãe e o irmão, e depois sem ambos, até ser descoberto e retornar para Blackhurst, na Cornualha.

"- Você não deve esperar que alguém venha salvá-la - continuava mamãe, com um olhar distante. - Uma moça que espera ser salva nunca aprende a se salvar. Mesmo que tenha os meios, não terá a coragem. Não seja assim, Eliza. Você precisa achar coragem, precisa aprender a se salvar, a nunca contar com os outros." posição 22%

A segunda parte do livro vai nos fazer viajar entre o passado, quando Eliza chega a Blackhurst e encontra  o tio, irmão de sua mãe, e suas esposa e filha, e cria um laço muito forte com a prima Rose, doente e reclusa, e também com o labirinto e o chalé do penhasco. E também a ida de Cassandra para a Inglaterra em busca do passado da avó e descobre muito mais do que isso.

"- Minha casa - disse baixinho. - Esta é a minha casa.
Aquelas palavras ecoaram nas paredes. Tudo aquilo era estranho e inesperado. Ela percorreu a cozinha, passou pela roda de fiar e foi para a pequena sala de visitas na parte da frente. A casa tinha uma atmosfera diferente agora que ela estava sozinha. De certo modo, parecia-lhe familiar, como um lugar que tivesse visitado muito tempos antes." posição 55%

Neste livro me encantei com as personagens principais, Nell, Cassandra e Eliza, com o mistério que é desvendado como um quebra-cabeça inacabado em um século... é um livro intenso, com uma história trágica e triste mas com um final bonito.



Posso dizer com toda certeza que me tornei fã da autora e vou ler e indicar todos os livros dela. Já estou ansiosa pelo próximo que a Editora Arqueiro irá lançar (mas ainda não temos confirmação do próximo ou quando), visto que ela já escreveu seis livros, como vemos nas capas abaixo:


  1. The House of Riverton (2006)
  2. The Forgotten Garden (2008) - O Jardim esquecido (2018 - Editora Arqueiro)
  3. The Distant Hours (2010)
  4. The Secret Keeper (2012)
  5. The Lake House (2015) - A Casa do Lago (2017 - Editora Arqueiro)
  6. The Clockmaker's Daughter (2018) 


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Minhas impressões: Uma Dama fora dos padrões - Julia Quinn

Por Cinthia FotoseLivros •
11 setembro 2018
Ela usa calças, para visitar os colonos, para cavalgar, mas sabe usar vestidos quando necessário, ela é destemida, ela é moderna, ela é uma Bridgerton, ela é 'Uma dama fora dos padrões' e vai se tornar uma Rokesby. Sybilla, Billie, Bridgerton é a filha mais velha dos Bridgertons, irmã de Edmund Bridgerton, o pai dos oito Bridgertons que conhecemos e amamos.



A Serie



Esta série está sendo lançada nos EUA ainda, é anterior (em época, 1779) a Série Os Bridgertons, que tanto amamos, e que em breve vai virar Série na Netflix.
capas e títulos nos EUA

  1. Because of Miss Bridgerton (lançado em março/2016 nos EUA)  - Um Dama fora dos padrões (ago2018 - Brasil)
  2. Make Believe Husband (lançado em maio/2017 nos EUA) - Ainda sem nome ou data para o Brasil
  3. The other Miss Bridgerton (lançado em novembro/2018 nos EUA) - Ainda sem nome ou data para o Brasil


Sinopse



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Minhas impressões


As famílias Rokesby e Bridgerton são vizinhas e muito amigas, em Kent, "suas residências - Crake House, dos Rokesbys, e Aubrey Hall, dos Bridgertons, ficavam a apenas cinco quilomêtros de distância uma da outra" -  seus filhos tem idades variadas, mas Billie Bridgerton, Edward, Mary e Andrew Rokesby tem idades próximas e cresceram juntos, aprontando todas, quase como se fossem irmãos. George é o filho mais velho dos Rokesby e herdeiro do título, tem uma boa diferença de idade entre os irmãos e uma grande responsabilidade sobre si, o que o afastou das brincadeiras e intimidade com os irmãos e Billie, mas ele sempre achou a 'menina' um incomodo...



"Ela sorriu de novo, um sorriso de afinidade, e ocorreu a ele - embora não pela primeira vez, percebeu com alguma surpresa - que ela era realmente muito bonita.
(...)
Na verdade, não vinha prestando atenção nela, ou pelo menos era o que tentava fazer. Billie era - e sempre fora - bastante difícil de se evitar." posição 13%


Billie é a mais velha dos Bridgerton e a diferença de idade entre ela e os irmãos também é grande, o que a faz meio ajudante do pai na administração de Aubrey Hall, enquanto Edmund se prepara para herdar o título e as responsabilidades.

"No começo, Billie fora uma fonte de diversão - a enérgica menina de 5 anos que insistia em avaliar os grãos enquanto o dinheiro dos arrendamentos era coletado. Mas acabara se tornando um componente daquela dinâmica e agora esperava-se que cuidasse das necessidades da propriedade.
(...)
Outras jovens liam poesia romântica e tragédias de Shakespeare. Billie lia tratados sobre gestão agrícola. E adorava. De verdade. Eram excelentes leituras para ela." posição 18%


Os Rokesby: George, Edward, Mary, Andrew e Nicholas; Os Bridgerton: Billie, Edmund, Hugo e Georgiana apesar das diferenças de idades eram próximos, como uma grande família, mas agora são poucos em casa, e isso anda deixando Billie triste, de vez em quando, quando fica ociosa ou machucada, como está agora, depois de machucar seu tornozelo ao tentar salvar um gato...

"Billie assentiu, sentindo-se melancólica. Quando era criança, os Rokesbys e os Bridgertons jantavam juntos várias vezes por mês. Com nove filhos somadas as duas famílias, os jantares - almoços, ou qualquer data que decidissem celebrar - não tinham como não ser reuniões ruidosas e agitadas.
Mas um por um os meninos partiram para Eton. primeiro George, depois Edward e então Andrew. Os dois irmãos mais novos de Billie, Edmund e Hugo, estavam lá agora, juntamente com o mais novo dos Rokesbys, Nicholas. Mary encontrara o amor e se mudara para Sussex, e agora as unicas que ainda estavam morando ali em tempo integral eram Billie e a irmã mais nova, Georgiana, que, aos 14 anos, era perfeitamente agradável, mas não tinha como ser a melhor amiga de uma mulher adulta de 23 anos.
E George, é claro, mas, como cavalheiro solteiro e bom partido que era, dividia seu tempo entre Kent e Londres." posição 16%

Quem a socorre e 'salva' do episódio gato, árvore, telhado, tornozelo machucado é George, e ao carregá-la e ajudá-la com alguns tédios decorrentes de ficar quieta, eles vão se tornando próximos e até se tornando amigos, mas também vão acontecendo coisas que nenhum dos dois entende ou aceita muito bem.

"Aquela deveria ser a atração mais inconveniente da história. Billie Bridgerton, pelo amor de Deus. Ela era tudo que ele nunca quisera em uma mulher. Era teimosa, estupidamente imprudente e, se ela tivera um momento feminino em sua vida, ele nunca tinha visto.
E ainda assim...
Ele engoliu em seco.
Ele a queria. A queria como nunca quisera nada. Queria o sorriso dela, e o queria só para si. Ele a queria em seus braços, sob seu corpo... " posição 55%


"- Há algo errado? - perguntou ele.
Ela balançou a cabeça. Estava tudo errado.
- Billie?
Ela queria beijá-lo. Queria beijar George. Tinha chegado aos 23 anos sem querer sequer flertar com um cavalheiro e agora queria George Rokesby?" posição 58%

E quando as coisas vão ficando mais irresistíveis e o destino parece querer colocá-los cada vez mais próximos, o relacionamento vai se tornando mais caloroso, engraçado e correto.

"- Quando foi que fugiu de um desafio?
Ela sentiu um frio no estômago e seu coração batia acelerado, mas seus ombros ainda estavam aprumados e rígidos.
- Nunca - declarou ela, olhando-o diretamente nos olhos.
Ele sorriu e seu olhar parecia mais quente.
- Essa é a minha garota - murmurou ele.
- Eu não sou...
- Mas vai ser - grunhiu ele, e, antes que Billie dissesse outra palavra, a boca de George capturou a dela em um beijo ardente." posição 64%

Quando enfim eles se acertam uma das pessoas mais felizes é a mãe de George, Lady Manston, que fica radiante.

"Ela se virou para Billie.
- Sybilla? Sério? Quando eu já a chamei de Sybilla?
George olhou para Billie. Ela não conseguia para de piscar.
- Esperei muito tempo para chamá-la de filha - disse lady Manston, colocando uma mecha do cabelo de Billie atrás da orelha." posição 96%

Eu amei o livro, amei esta Bridgerton, contemporânea para seu tempo, forte e inteligente. Acho que o que mais amo nos romances de época é o fato de as mulheres viverem em um tempo antigo, mas suas cabeças são do nosso tempo. Estou bem ansiosa pelos próximos livros.


Ainda não temos data de lançamento ou títulos dos próximos livros da série aqui no Brasil.
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