Epílogo da série The Seduction de Roxy Sloane com Giveway

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Hoje venho trazer mais um post em inglês, me desculpe quem não lê em inglês, mas desta vez nem vou traduzi, por falta, completa de tempo...

Para quem interessar pelos livros acima, no Amazon Brasil: Roxy Sloane


Minhas impressões (MI-35-14): Julieta - @AnneFortier @editoraarqueiro

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Esta, com certeza, é uma das resenhas mais difíceis de fazer... porque não quero contar tudo e por mais que eu diga já sei, antes mesmo de começar, que não vou conseguir passar tudo de bom que senti lendo este livro.

Julieta já tinha sido lançado há algum tempo, e eu já tinha curiosidade, mas por falta de tempo e oportunidade ainda não tinha lido, veja abaixo a capa antiga.
Mas, com esta nova capa, que a meu ver ficou ainda mais linda, não consegui resistir, demorei um pouco para começar a ler, um pouco para conseguir me dedicar ao livro e um pouco mais para conseguir largar o livro... daqueles de se perder noites de sono, curiosa com que vai acontecer na próxima página...


As Resenhas da Leticia 01/14: O Mundo Amarelo - Albert Espinosa @verus_editora

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Antes de falar sobre “O mundo amarelo” e como eu descobri esse livro incrível e tocante, eu decidi explicar sobre os sick-lits, os livros em que as histórias possuem protagonistas que devem enfrentar doenças graves, além dos desafios do seu dia-dia. Esse tipo de livro ficou bastante popular no Brasil, assim como em outros países devido ao sucesso de “A culpa é das estrelas” de John Green, em que os protagonistas enfrentam tipos diferentes de câncer. Mas ao contrário dos young adults sobrenaturais ou dos romances eróticos, em que após os sucesso de um titulo várias editoras lançam títulos com o mesmo tema, nem sempre de boa qualidade, só com o intuito de conquistar uma parte de um mercado que se transformou em uma “galinha dos ovos de ouro”, os títulos de sick-lit não são numerosos, mas sim de boa qualidade. Isso é porque eles precisam, mesmo nas obras de ficção, de um bom trabalho de pesquisa sobre as doenças tratadas. Sem essa pesquisa, as histórias dos sick-lits seriam de péssima qualidade, pois não contariam sobre a doença e suas consequências em quem a sofre com a devida veracidade com a qual devem ser tratadas, principalmente no caso do câncer.

Dentro dessa categoria dos sick-lits, além de “A culpa é das estrelas”, também posso citar “Branca como o leite, Vermelha como o sangue” de Alessandro D’Avenia e “Como viver eternamente” de Sally Nichols. (Clicando nos nomes dos livros, você pode ver as resenhas deles, que foram feitas pelo blog Viagem Literária) Todos esses livros tratam sobre jovens que lidam com câncer e de como suas vidas mudam, não só por causa da doença, mas também pelas relações que se criam ou são intensificadas por essa situação.



Booktour Internacional: Tamed - @EmmaChse #resenhabilingue

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Eu tenho falado muito de livros em inglês... porque estou lendo muita coisa nova, alguns que já chegaram ao Brasil ou vão chegar em breve e outros que ainda não chegaram... mas espero que cheguem logo. I've been talking a lot of books in English... because I'm reading a lot of new stuff, some who arrived in Brazil or will arrive soon and others that have not arrived yet... but I hope they arrive soon.

Uma nova autora, que já chegou, \o/, é Emma Chase... e o primeiro livro desta série já foi lançado pela Universo dos Livros: Atraído e Enroscado. Mostrei, aqui, a capa do quarto livro, que será lançado em outubro deste ano. A new author, who has arrived, \ o /, is Emma Chase ... and the first book in this series has been released by Universe of Books: Atraído and Enroscado. Shown, here, the cover of the fourth book, which will be released in October this year.


Filmes: A Bela e a Fera

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La belle et la bête - 2014

Dirigido por: Christophe Gans

Sinopse: No ano de 1810, um naufrágio leva à falência um comerciante (André Dussollier), pai de três filhos e três filhas. A família se muda para o campo e Bela (Léa Seydoux), a filha mais jovem, parece ser a única a se entusiasmar com a vida rural. Quando o pai de Bela arranca uma rosa do jardim de um palácio encantado, ele é condenado à morte pelo dono do castelo, um monstro (Vincent Cassel). Para salvar a vida do pai, Bela vai jantar com o mostro diariamente. Lá, encontra uma vida cheia de luxo, magia e tristeza e aos poucos descobre o passado da Fera. O monstro se sente cada vez mais atraído pela jovem moça, que usará de toda a sua coragem para destruir a maldição que atormenta seu estranho admirador.

Estreia Brasil: 2 de Outubro de 2014


Elenco:
Léa Seydoux - La belle
Vincent Cassel - La bête
André Dussollier - Pai
Audrey Lamy - Anne
Eduardo Noriega - Perducas
Gotthard Lange - Bailiff
Mickey Hardt - Etienne
Sara Giraudeau - Clotilde

(Filmow)


Sou extremamente suspeita em falar deste conto de fadas, que é o meu favorito. Já vi inúmeras versões, mas nada comparado a essa produção. O tom sombrio e realista mesclado de forma primorosa com a fantasia e a magia fizeram desse filme um dos meus favoritos. O elenco é maravilhoso, só soube que Vincent Cassel, que admiro muito, estava no filme quando comecei a assisti-lo e vi seu nome, vibrei. A jovem, linda e talentosíssima Léa Seydoux coube perfeitamente no papel da doce e decidida Bela. As cores, a história, as pessoas, tudo excedeu, em muito, minhas expectativas e amei a produção. Assisti no idioma original, francês, e isso deu um toque ainda mais romântico e particular. Poderia ficar horas tecendo as qualidades do filme. Realmente recomendo para os fãs de contos de fadas contados de forma original e bem trabalhada. Uma linda história antiga com uma abordagem moderna e sombria. Simplesmente lindo!


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