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As Resenhas da Leticia 04/2014: A vida como ela era - @SusanBPfeffer @BertrandBrasil #OsÚltimosSobreviventes1

Por Letiolive •
20 novembro 2014


Essa é provavelmente a resenha mais pessoal que já escrevi. Sim, porque ao ler A vida como ela era, identifiquei nele situações que aconteceram comigo e também situações que ocorrem em outros lugares do nosso planeta, mesmo que não estejamos num mundo pós-apocalíptico. Ler esse livro me fez sair da zona de conforto, pois não lia ou via filmes com esse tema e sempre ficava com medo de alguma teoria sobre o fim do mundo (Só quando vi que estava no dia 22 de dezembro de 2012 é que fiquei aliviada de o mundo não ter acabado.).



Bem, decidi receber esse livro da Bertrand Brasil porque seria uma dupla experiência: Além de ler um livro pós-apocalíptico, o exemplar que recebi é uma prova, nesse caso, a chamada prova “boneca” (Para quem não sabe, a prova “boneca” é um exemplar já encapado e não disponível para venda que vai passar por uma última revisão. Se os revisores aprovam a “boneca”, é dada a autorização para imprimir a versão final.) 

Além disso, mesmo sem ter lido os livros ou só ter assistido a alguns minutos do primeiro filme, queria entender o porquê da comparação com a trilogia Jogos Vorazes. Somente li o primeiro capitulo de Jogos Vorazes no site da Rocco para poder comparar a narrativa com este livro. Principalmente porque as tramas, mesmo tendo o mote da sobrevivência em comum, são tão diferentes quanto o sol e a lua (Esse termo tem tudo a ver com a trama do livro.), como vocês vão perceber.


Durante aquele milésimo de segundo, eu poderia ter sido uma garota de 16 anos na Idade Média, ou asteca, ou apache, olhando para o céu e admirando seus mistérios. Durante aquele minúsculo instante, eu fui todas as garotas de 16 anos, sem saber o que os céus previam para o meu futuro. (Página 28)

O livro nada mais é que o diário de Miranda Evans, uma adolescente de 16 anos que mora na cidade de Howell, no estado americano da Pensilvânia. Esse diário começa alguns dias antes de um evento que mudaria a história da humanidade para pior: A aproximação da Lua da orbita terrestre causada pela batida de um meteoro no satélite. E para piorar, ninguém prevê isso e nem as consequências ambientais que isso teria. 

Miranda e sua família tem que sobreviver em um mundo assolado por tsunamis que destroem as principais cidades da Terra, terremotos e erupções em locais inimagináveis. Tudo isso sem ter toda a tecnologia e conforto ao qual estavam acostumados. E ainda tem que lidar com uma gripe que se tornou muito difícil de combater.  


Ultimamente, estou tentando não saber o que está acontecendo. Pelo menos, essa é a desculpa que me dou para não me preocupar com o que ocorre fora da nossa pequena região da Pensilvânia. Quem se importa com terremotos na Índia, no Peru ou até mesmo no Alasca? (Página 84)


A família Evans nunca foi treinada em habilidades de sobrevivência. Mas a união dessa família é o que faz a diferença. Você vê Laura, a mãe de Miranda levando a sério o instinto materno de proteção, Matt virando o homem da casa para acumular lenha para o aquecimento e Jon, mesmo questionando o seu futuro, apoiando e entendendo as mudanças desse mundo. E tudo isso é descrito nas páginas desse diário que cobre quase um ano da vida de Miranda após a colisão do meteoro.

Assistir a séries de tevê foi como comer torrada. Há dois meses, isso era tão normal na minha vida que eu nem percebia. Mas agora é como se fosse uma mistura de Papai Noel, Coelho da Páscoa, Fadas dos Dentes e o Mágico de Oz. (Página 111)

Depois dessa breve apresentação, vou começar com as comparações com Jogos Vorazes. Muita gente classifica esse livro como uma distopia, mas penso que deveria ser classificado com um livro do gênero pós-apocalíptico, mais popular nos filmes, quadrinhos e séries do que nos livros, apesar de o universo de The Walking Dead também inclui livros que são bastante populares.  Ao meu ver, as distopias apresentam um mundo onde grande parte das pessoas não possuem condições de vida satisfatórias e vivem num ambiente de opressão gerado pelo seu governo, que controla tudo para manter os privilégios da elite minoritária e dominante e evitar a represália da maioria da população, retirando suas liberdades e dificultando as suas vidas.

Em A vida como ela era, simplesmente a Lua é acertada por um meteoro e todo o mundo entra em um caos climático. A opressão causada nas pessoas é provocada somente pelas mudanças causadas por esse meteoro e não por alguém que se aproveita disso para se tornar o novo “Presidente Snow” (Sim, essa foi uma bela referência ao personagem de Donald Sutherland nos filmes de Jogos Vorazes.). E por isso, também não esperem por uma rebelião popular contra um tirano. Por isso, considero o livro como um romance pós-apocalíptico.

Se também esperava muita violência dentro desse livro, esqueça, pois apesar de desolador e de haver muitas mortes, a história não tem como foco a violência da luta pela sobrevivência, apesar de deixar claro que nesse novo mundo, há pessoas que vão se utilizar dela para viver.

Apesar de tanto Katniss quanto Miranda desenvolverem um senso de maturidade muito forte em tão pouco tempo, não veremos Miranda caçando ou lutando contra alguém. Sua maturidade está mais ligada a cuidar da família e se responsabilizar por seus familiares.

A última diferença entre Jogos Vorazes e A vida como ela era que destaco aqui é a narração. Ambas são narrativas em primeira pessoa, algo que se tornou um clichê nos livros voltados para jovens, mas que nem todo mundo gosta. Todavia, ao invés de encontrar uma narradora que conta tudo nos mínimos detalhes, da cor dos prédios até as nail arts chamativas de Effie Trinket (Ok, de novo, eu não li os livros da trilogia, por tanto, não sei se as nail arts da Effie são comentadas na narrativa.), encontramos em A Vida como ela era uma narração feita como se fosse um diário mesmo, onde Miranda expõe seus sentimentos e dramas, mas não faz longas descrições de locais ou até mesmo do visual dos personagens. 

Apesar de ser mais realista ao que nós já fizemos quando escrevemos diários, misturando textos mais longos com os textos dos dias que não temos vontade de escrever muita coisa, esse tipo de narração não é muito descritiva. Não é fácil criar uma imagem de Miranda e sua família com as poucas informações que temos do visual deles. Para quem tem uma imaginação ativa, é possível imaginar qualquer tipo de garota como a Miranda. E se você não tem essa imaginação toda, esse livro não vai ser fácil de ler.

Outra coisa curiosa que aconteceu por causa dessa narração é em relação a mãe de Miranda, Laura. Aqui nesse texto, eu repeti o nome dela duas vezes, mas no livro, ele é dito somente uma vez. Sim, uma vez só. Isso porque o tempo todo, a Miranda chama ela de mãe ou mamãe. O pai dela e a avó paterna, por sua vez, não são nomeados em nenhum momento do livro. Para quem não entende essa narração em forma de diário e/ou não entende como um personagem pode ficar sem nome, o livro vai ser uma leitura difícil de entender.

Agora, vou falar dos pontos do livro que me tocaram muito. E foram muitos, pois durante a leitura, eu sentia uma sensação de tristeza e dor ao ler a luta e os problemas que a família Evans vive e sem ter noção do que ocorre no resto do mundo, por causa da narração em forma de diário. Ver aqueles personagens em um mundo que de uma hora para outra mudou para pior me cortava o coração e me apavorava com a possibilidade de isso acontecer comigo. 

̶  Mas não foi assim que você nos criou – questionei  ̶  O que aconteceu com dividir e compartilhar?
̶  Compartilhar é um luxo – respondeu – E não podemos arcar com luxos agora. (Página 117)

Como falei antes, mesmo sendo um livro em um cenário pós-apocalíptico, eu acabei vendo em varias cenas coisas que já acontecem hoje em dia em todo mundo, mas que fechamos os olhos para isso ou achamos que nunca vai acontecer com a gente e simplesmente ignoramos.

Uma das primeiras cenas em que percebo isso foi logo no dia seguinte do meteoro. Laura tira Miranda da aula para que junto com o resto da família e a senhora Nesbit, façam muitas compras, pegando tudo o que podiam, já que sabiam que seria difícil que os produtos cheguem até os supermercados por causa dos efeitos que aproximação da lua causou, criando um verdadeiro estoque de guerra. Para mim, isso me lembrou o dia 12 de janeiro de 2011, o dia seguinte da enchente que atingiu de forma violenta a Região Serrana do Rio. 

Como vocês devem saber, sou de São José do Vale do Rio Preto, uma das cidades mais afetadas por essa enchente. Eu tive uma sorte parecida com a da Miranda, pois minha casa é em um dos poucos bairros que não tiveram grandes perdas materiais, mas mesmo assim, ficamos sem luz por dois dias e por quase uma semana a luz ia e voltava devido ao estragos que a chuva causou em um dos transformadores que transportam a eletricidade para a cidade. Naquele dia, decidi ir ao mercado do bairro pegar o máximo de coisas possíveis, pois sabia que a luz voltaria, mas não seria tão rápido quanto ocorre em uma queda de energia. E percebi que todo mundo lá fazia a mesma coisa. Não era uma catástrofe irreversível e global, como no caso da Miranda, mas a atitude das pessoas era praticamente a mesma (Ok, no meu caso, não houve briga e nem choro!).

A segunda coisa que percebi que era parecida com o mundo de hoje foi quando a Miranda recebeu uma carta de seu pai, dizendo que não podiam atravessar o estado do Kansas porque os guardas só deixavam passar quem tinha parentes por lá, mesmo que ele e sua esposa só quiserem atravessar para ir buscar a avó da Miranda, que mora em Las Vegas. Me lembrou muito as questões sobre os imigrantes em vários lugares do mundo, que tentam ir para os Estados Unidos ou para a Europa, muitos entrando por um país para poder chegar ao país que querem viver. E o problema não é deles ou dos governos que recebem esses imigrantes, mas sim de seus países de origem, pois se as condições desses locais estivessem boas, as pessoas só iriam imigrar porque realmente gostariam de viver em outro país e não por necessidade.

Também nessa carta, há a questão dos campos de refugiados, pois ele e a esposa acabam se refugiando em um deles por causa dessa barreira no Kansas. É incrível pensar que segundo a autora, se os Estados Unidos passarem por um cataclisma, muitas das coisas que ocorrem nas guerras em que se envolvem os soldados americanos (Muitas delas poderiam ter acabado há muito tempo se as pessoas pensassem mais em conviver do que matar aqueles que pensam de modo diferente.) iriam ocorrer na América. Pelo jeito, se as pessoas não mudarem, não vai importar aonde elas vivem, pois irão fazer sempre as mesmas coisas cruéis.

Também dentro dessa carta, se falam de milícias que impedem a passagem de pessoas pelas estradas por pura maldade e sede de poder. Não lembra de alguma forma as milícias que existem em muitas das nossas favelas? Eu penso que sim.

Por último, é também citado no livro as pessoas que se utilizam da religião para ganhar vantagem sobre os outros, como ocorre com uma das amigas da Miranda, que acaba sendo influenciada por um reverendo. Não posso dizer aqui o que ocorre com ela, mas sei que quem faz isso nem mereceria ser chamado de religioso, não importa a religião que ele diz defender.

No final das contas, esse livro te faz pensar muito na vida. Sim, porque ao ver como uma família se vira no meio de um apocalipse, você sente aquela pontinha de tristeza de não poder ajudar e aquela outra pontinha ao pensar “E se acontecesse comigo?”. E aí, começa a pensar na família e em tudo o que tem. E como algumas vezes nos irritamos com os outros por coisas bobas (apesar de que no livro também tem algumas brigas familiares). E que nada dura para sempre. 


Mas hoje não é um dia para nos preocuparmos com o futuro. O que for para acontecer, acontecerá. Hoje é um dia para comemorar. Amanhã, o dia irá durar mais do que a noite.Amanhã, acordarei e encontrarei minha mãe e meus irmão ao meu lado. Todos ainda vivos. Todos ainda me amando. (Página 375)


A autora contribui para essa sensação, pois nos faz gostar de alguns personagens que depois morrem ou vão embora para conseguir uma vida melhor. Até mesmo você pensa no que teria acontecido se ficassem, mas logo após entende que o mundo não é mais o mesmo e que isso é uma das muitas consequências daquele meteoro ter batido na lua.

E como fiquei tão preocupada como os personagens, e como a diagramação é feita de um modo que não cansa a vista, a leitura foi muito rápida. E pelo modo como me mexeu, A vida como ela era merece 5 estrelas (ou livros, como vocês preferirem).


Esse livro é o primeiro do quarteto Os últimos sobreviventes (que era também chamado pela autora de “Os livros da lua” ou como a série Life as we knew it). O próximo livro, Os vivos e os mortos, é contado sobre o ponto de vista de Alex, um garoto porto-riquenho que vive em Nova York, e nele veremos o que ocorreu na maior metrópole do mundo durante o mesmo período de A vida como ela era. E promete ser mais cruel do que o primeiro livro. Os últimos dois volumes, por sua vez, unem as tramas de Miranda e Alex. E caso vocês não gostem de spoliers sobre os futuros livros, por favor, não leiam as sinopses dos próximos livros na Amazon ou em qualquer outro site. Acabei descobrindo coisas sobre o futuro dos personagens que me fizeram finalmente entender porque a Nanda do blog Viagem Literária não gosta muito de ler a sinopse presente nos livros. E curiosamente, esses são os últimos livros da carreira da Susan Beth Pfeffer, pois ela anunciou sua aposentadoria da carreira de escritora.

Série Os últimos sobreviventes:

1. A vida como ela era (Life as we knew it)
2. Os vivos e os mortos (The dead and the gone)
3. O mundo em que vivemos (This world we live in)
4. A sombra da lua (The shade of the moon)

O único lado ruim dessa série aqui no Brasil são as capas. Desde que eu vi a capa de A vida como ela era, eu achei que ela era muito simples. Parecia aqueles livros que são entregues para projetos de incentivo à leitura nas escolas. Mesmo que na versão impressa tenha uma textura onde fica a lua, ela não melhorou muita coisa na capa. E se fosse para a silhueta da garota nas capas de A vida como ela era e O mundo em que vivemos combinar com a imagem da Miranda, ela não deveria estar usando um coque, pelo menos no terceiro livro, pois durante A vida como ela era, ela acaba cortando o cabelo bem curto (uma das poucas características visuais que sabemos da Miranda). No site da Susan Beth Pfeffer, eu vi as capas americanas e vi que elas também trazem para o leitor a proposta da série, mas sem serem exageradas demais ou simples demais como um livro escolar, e poderiam ser perfeitamente reaproveitadas no Brasil. 

Fotos das capas da versão brasileira de Os últimos sobreviventes. (Foto tirada da contracapa de A vida como ela era, mas sem uma boa qualidade)

As capas da versão americana da série Os últimos sobreviventes. (Montagem feita a partir das fotos do site criado pela Houghton Mifflin Harcourt para divulgar a série)


Mas mesmo essa capa não afetou a avaliação do livro e nem minhas emoções durante a leitura, afinal, não se julga um livro pela capa.

Espero que tenham gostado e até a próxima resenha!

P.S.: A autora escreveu um post em seu blog (que ela parou por causa da sua aposentadoria) sobre a ciência por trás desse livro e de Os vivos e os mortos. Não sabia que ela criou toda aquela catástrofe sem ter uma pesquisa séria (leia-se: livros, artigos e documentários sobre desastres naturais, colisões de meteoros e sobre a lua) e mesmo assim, conseguir afetar quem lê de uma forma tão forte, mesmo que eu duvide que a gravidade da lua afete a ocorrência de terremotos e erupções vulcânicas. Vocês podem conferir o post em inglês aqui.
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Minhas Impressões (MI-30/14): Escandalos Privados - Nora Roberts @BertrandBrasil

Por Fotos e Livros •
20 junho 2014
Primeiramente, quero pedir desculpas aos leitores fiéis do blog, que são poucos (pelo menos pelos comentários) por minha ausência... estou muito 'apertada de costura' fazendo mais coisas que o normal na vida e bem cansada, o que deixa meu cérebro com pouca capacidade para fazer resenhas compatíveis com os MARAVILHOSOS livros que tenho lido. Mas NORA ROBERTS não posso deixar de resenhar, e não é só por ter recebido este livro da Bertrand, mas é porque o livro é MARAVILHOSAMENTE 'Noradiano': PERFEITO!!!!
Nora Roberts escreve excelentes livros, e eles são atemporais... Neste livro escrito e lançado em 1993, originalmente, senti falta de algumas tecnologias modernas, tipo celular e emails e redes sociais...

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Promoção de Natal - #NatalBertrandFotoseLivros valendo um exemplar de 'Origem Mortal'

Por Fotos e Livros •
20 novembro 2013

Todo mundo sabe o quanto amo a série Mortal e como eu sei que tem muita gente que gostaria de ganhar um dos livros desta maravilhosa série de Natal... hoje estou colocando no ar a promoção de Natal do blog... em parceria com a Bertrand Brasil, que neste mês de novembro está lançando Origem Mortal e Riquezas Ocultas (que chega mais pro final do mês).

Origem Mortal é o 21º livro da série... eu que amo demais a série preferi e acho melhor ler na ordem correta, para acompanhar a história do casal Eve & Roarke, mas para os crimes não há necessidade de estar em ordem... portanto, a promoção é para todos que quiserem conhecer ou já conhecem a minha, a nossa AMADA série.

Promoção válida de hoje 20/11/2013 a 10/12/2013. Resultado no dia 11/12/2013... os ganhadores terão 3 dias para enviarem o endereço. (Lembrando que não farei contato por email ou DM ou mensagem, o participante deverá ficar de olho no blog para saber se ganhou). Torcendo para o livro chegar antes do Natal...

Sigam as regras básicas, do blog (vejam aqui) e ajudem a divulgar...

Participe preenchendo no Rafflecopter:
a Rafflecopter giveaway
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Mais um título Nora Roberts em novembro/2013: Riquezas Ocultas @bertrandbrasil (capa e sinopse)

Por Fotos e Livros •
04 outubro 2013
É pra surtar, é para gritar, é pra ficar MEGA, ULTRA feliz, as Noraholics 'vamos falir' neste final de ano...

A Bertrand vai lançar, divulgou no Facebook, não apenas o 21º livro da série Mortal, Origem Mortal, como vai lançar mais um livro da amada, DIVA, Nora Roberts em novembro/2013 \o/

Mais uma capa maravilhosa, by Leonardo Carvalho.

Sinopse

Dora Conroy é dona de um antiquário da Filadélfia e comprou uma série de itens curiosos num leilão na Virginia – objetos que ela própria considerou novidades para a sua loja. Enquanto isso, do outro lado do país, o contrabandista Edmund Finley descobre que o pacote que recebeu contém, na verdade, objetos sem valor algum. Disposto a recuperar o que lhe foi, de algum jeito, roubado, o bandido fará de tudo para encontrar quem está de posse das relíquias ocultas. Segundo ele, com certeza, esta pessoa não sairá viva.

Quando Dora e seu misterioso vizinho, o ex-policial Jed Skimmerhorn, começam a investigar os diversos roubos e mortes que cercam os itens arrebatados no leilão, descobrem que tesouros preciosos são mascarados em peças vagabundas, de pouco valor.

Primeiro capítulo: http://bit.ly/GAQn58


Momento ALEGRIA TOTAL!!!!

Em novembro do ano passado eu já havia falado, aqui, sobre os próximos títulos da diva que a Bertrand iria, e vai, trazer para o Brasil... e este título é HIDDEN RICHES (Publicado nos EUA em 1994). Devo dizer, que gostei muito, muito mais da nossa capa.

Capa completa by Bertrand (Leonardo Carvalho - capista)

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Minhas impressões (MI-71/13): As Sete Vidas do Amor - Carla D'Alessio @bertrandbrasil

Por Fotos e Livros •
03 outubro 2013
Eu me encantei pela sinopse deste livro, quando ele chegou... me apaixonei pela capa. Um trabalho lindo de edição, capa preta 'emborrachada' com letras do título e do nome da autora em alto relevo, LINDA!!!


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Minhas impressões (MI-62/13): Mentiras Genuínas - Nora Roberts @BertrandBrasil

Por Fotos e Livros •
28 agosto 2013
Foi uma surpresa quando recebi a prova do livro, nem precisei pedir porque a Editora já sabe o quanto amo Nora Roberts e seus livros fabulosos, segurei a leitura, um pouco, pois como o lançamento (nas livrarias) está previsto para esta semana e gosto de fazer as resenhas logo que leio, para não perder o embalo, li outros na frente, mas a vontade era ler e reler e reler e reler... e isso não mudou depois da leitura, vou reler a prova e quando chegar o livro real, vou reler de novo...

Ler Nora Roberts é, para mim, sempre, um prazer indefinível. A DIVA sabe descrever cenas lindas, encantadoras e cenas horrendas, coisas desagradáveis, como ninguém, mesmo os crimes, as atrocidades, as violências, as brutalidades que os seres humanos podem cometer uns com os outros são descritos por Nora Roberts de uma maneira que me deixam profundamente tocada e não tanto chocada como outros autores podem me deixar.
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Flash: O que virá de bom!!! #63

Por Fotos e Livros •
22 fevereiro 2013



Flash: O que virá de bom, é um post fixo às sextas-feiras trazendo sempre as novidades que envolvem o mundo literário. 

Esta semana estou trazendo apenas capas... de livros que eu quero muito, muito ler.




As novidades da Arqueiro estão maravilhosas.

Em março chega mais um livro de Nicholas Sparks:

E em junho (data prevista) chegará mais um livro de Dan Brown, nunca resenhei nenhum livro dele aqui, mas adoro Robert Langdon e suas aventuras. E Inferno será o quarto livro deste protagonista, e vai girar em torno do 'Inferno de Dante'... já estou curiosa.
capa americana

capa inlgesa
Acho que eu gostei mais da capa inglesa, e vocês?


Esta semana já coloquei algumas novidades da Bertrand (Sobrevivente Mortal) e capas Nora Roberts, mas ontem saiu mais uma capa super mega linda e estou postando hoje. A capa do 4º livro da Série Fadas, Destinos.


Mais uma novidade que eu já havia falado aqui no blog, mas que agora vou falar um pouco mais é sobre o lançamento do primeiro livro da Série Infinity Ring: Um Motim no Tempo.
Quando os melhores amigos Dak Smyth e Sera Froste descobrem o segredo da viagem no tempo — um dispositivo portátil conhecido como Anel do Infinito —, acabam envolvidos numa guerra secreta que existe há muitos séculos e que decidirá o futuro da humanidade. A história havia saído desastrosamente de seu curso natural, e agora caberia a eles voltar no tempo para corrigir as Grandes Fraturas — e, no caminho, ainda salvar os pais desaparecidos de Dak.
A primeira parada é na Espanha de 1492, quando um navegador chamado Cristóvão Colombo está prestes a ser lançado ao mar, durante um motim terrível.
Este primeiro livro chegará à livrarias no dia 25/03/2013

A série Infinity Ring...
·         Terá sete livros, cada um escrito por um autor diferente — exceto o primeiro e o último, de autoria de James Dashner;
·         Foi criada pela Scholastic, editora americana que também idealizou a série 39 Clues — é, portanto, a próxima leitura ideal para os fãs dessa série.
·         É uma série multimídia: para cada um dos sete livros haverá um jogo que poderá ser acessado pelo site da Seguinte, além de outros conteúdos online relacionados à série.
·         Tem grande potencial para ser usada em sala de aula. Os leitores aprenderão sobre Aristóteles, Colombo, Rasputin, a Revolução Francesa, a Guerra de Independência dos Estados Unidos, e muito mais — assim como aprenderão a importância de pensar por si mesmos e lutar contra um governo ultracontrolador.





Ainda tem a novidade que postei ontem, da Suma: Depois da Terra: Histórias de fantasmas.

Amei todas as capas e novidades, e vocês?

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Flash #49 - O que virá de Bom! ATUALIZADO capa certa 'Rosa Negra'' #TrilogiadasFlores2

Por Fotos e Livros •
02 setembro 2012


Flash: O que virá de bom, é um post fixo todos os domingos trazendo sempre as novidades que envolvem o mundo literário.



Esta semana a Bertrand divulgou a capa oficial (finalizada) e também a sinopse do 2º volume da Trilogia das Flores: Rosa Negra

A capa certa, oficial e final, será com o fundo em lilás... EU AMEI!!!! E ficou diferente de Dália Azul...

Eu já tinha divulgado anteriormente a capa, na resenha de Dália Azul, mas parece que agora a Rosa está mais negra... mais visivelmente negra... A.D.O.R.E.I!!!
Sinopse
Aos 47 anos, Rosalind Harper é uma mulher com muita experiência de vida, capaz de passar pelas maiores provações sem esmorecer. Com três filhos criados, ela sobreviveu a dois casamentos, o último desastroso, e construiu um viveiro, de onde tira seu sustento. Para ela, o amor é algo que ficou para trás.
Com o passar dos anos, o viveiro deixou de ser apenas um ganha-pão e se tornou muito mais que is
so, um símbolo da esperança e da independência de Roz, que divide o negócio com mais duas mulheres: Hayley e Stella, suas companheiras para todas as horas. As três são o futuro do viveiro.
Mas agora esse futuro corre perigo, e Roz sabe que elas não podem lutar sozinhas contra o fantasma da Noiva Harper. Contratado para descobrir os ancestrais de Roz Harper, o dr. Mitchell Carnegie se vê intrigado com a própria Roz. E, conforme o mistério por trás da identidade da Noiva Harper começa a se desfazer, ela percebe com espanto que se vê atraída pelo genealogista. Se antes ela acreditava que o amor não teria mais vez em sua vida, agora ela fará de tudo para agarrar com unhas e dentes a nova chance que o destino lhe ofereceu.



Além de Rosa Negra, também teremos em setembro pela Bertrand:

(Continuação de A Noz de Ouro)



Pela Editora Verus teremos vários lançamentos deliciosos em setembro... e eu quero pelo menos três... já recebi um, traduzido pela minha amiga, Ana Death Duarte, Um Romântico incorrigível

que tenho em inglês mas ainda não li por falta de tempo...
da querida autora Maggie Stievfater.

E também o lançamento de 'Procura-se um marido' da minha amiga
Carina Rissi, já postei sobre o livro aqui:

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Sorteio 'Mortal' no Mês das Mulheres

Por Fotos e Livros •
05 março 2012

No Mês das Mulheres... nada mais lindo e mais querido que prêmios... e porque não juntar prêmios e a Série mais amada do mundo... e por todas as Noraholics do mundo???

A Série Mortal de Nora Roberts, J. D. Robb

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Kindle Unlimited

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