Mês Ward: Amante Liberto–Irmandade da Adaga Negra #05

amanteliberto

Título: Amante Liberto
Subtítulo: -
Edição: 01
Autor: J.R. Ward
ISBN: 978-85-7930-210-7
Editora: Universo dos Livros
Ano: 2011
Páginas: 525

 

Sinopse:

Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, a guerra explode entre vampiros e seus assassinos. Há uma Irmandade secreta, sem igual, formada por seis guerreiros vampiros, defensores de sua raça. O coração gelado de um predador será aquecido mesmo contra a sua vontade... Destemido e brilhante, Vishous, filho de Bloodletter, possui uma maldição destrutiva e a capacidade assustadora de prever o futuro. Criado no campo de guerra de seu pai, ele sofreu maus tratos e abusos físicos e psicológicos. Membro da Irmandade, ele não se interessa por amor nem emoção, apenas pela batalha com a Sociedade Redutora. Mas, quando uma lesão mortal faz com que fique sob os cuidados de uma cirurgiã humana, a Dra. Jane Whitcomb, ele é levado a revelar a dor que esconde e a experimentar o verdadeiro prazer de pela primeira vez... Até que o destino, que V. não escolheu, o leva para um futuro do qual Jane não faz parte.

Resenha:

Acho que essa é uma das resenhas que vão entrar no TOP 100 de livros que foi difícil para resenhar rs. A Irmandade da Adaga Negra é uma das séries que mais adoro a cada livro é uma paixão diferente, Ward consegue nos transportar para um mundo novo e MARAVILHOSO que não dá para vontade de voltar para a realidade. Bom chega de enrolação e vamos ao que realmente interessa:

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Esse quinto livro da Irmandade da Adaga Negra, Ward dá destaque ao irmão Vishous: o mais inteligente dos irmãos, com um olhar penetrante, cheio de tatuagens, com um poder sobrenatural de prever o futuro e em uma das mãos.

V. teve um passado horrível, vivendo com o pai, o temido guerreiro Bloodletter, até um tempo depois da sua transição. Sempre sendo humilhado e maltratado por ter o “dom” que ao que tudo indica foi herdado de sua mãe. Próximo de seu aniversário de trezentos e três anos V. descobre a verdadeira identidade da mãe e que é o escolhido para ser o Primaz, vampiro guerreiro da Irmandade que se relaciona com as Escolhidas para procriar e “formar” novos guerreiros e escolhidas.

Depois de todas essas revelações V. acaba sendo baleado no peito durante uma luta com os redutores, como estava sozinho ele acaba sendo levado para um hospital de humanos onde é atendido pela doutora Jane. Nos primeiros minutos consciente no hospital V. sente atraído por ela e não consegue deixa-lá, sendo assim a leva para o complexo da Irmandade.

Jane tem uma personalidade forte, não tem medo de se arriscar para se salvar(e salvar seus pacientes), mais quando está cara-a-cara com seu novo paciente/sequestrador sente-se atraída e meio “perdida”, pois a relação dele com seu amigo Butch parece ser mais do que amizade.

“Ótimo. Um vampiro sexual dominante especialista em sequestro. Cara, ela não devia sentir o que sentia por ele por diversos motivos. (…) como fugir do que estava ocorrendo em sua mente. Ela… o desejava.” (pág. 244)

Por falar em Butch, nesse livro os melhores diálogos são entre ele e Vishous, dando destaque a cena do ginásio.

Como todo livro da Irmandade há outras histórias acontecendo paralelas ao personagem central: a transição de John, e outros detalhes que merecem uma super atenção e é claro os acontecimentos que envolvem o irmão Phury que é destaque no próximo livro, Amante Consagrado.

O final é SUPREENDENTE mas não do jeito bom da palavra rs, Ward não me deixou muito feliz com o rumo que ela escolheu, até agora fico me perguntando POR QUE?. De todos os livros que eu já li da Irmandade esse é o mais intenso e completo ao meu ver. Se ainda não conhece a Irmandade não perca mais tempo rs e não deixem de comentar nas resenhas do mês Ward.

Citações:

“Eu escolhi seu pai sem pensar, e ambos sofremos pelo erro. Você acha que não senti nada vendo o caminho que sua vida tomava? Acredita que observei de longe sem me afetar? Eu morri todos os dias por você.” (pág. 51)

 

“Eu estou apaixonado, ele pensou ao olhar para ela. Eu me apaixonei.” (pág. 173)

 

“Estar arruinado é um pouco como estar apaixonado: nas duas situações, você fica desprovido de qualquer recurso, deixado despido, sem sua essência.” (pág. 259)

 

“Mas aquela era a sua ultima tentativa – bem, a única – de amar, certo?” (pág. 296)

 

“(…) Um livro fechado não altera a tinta em suas páginas. O que é, é.” (pág. 363)

 

Nathaliablog1

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