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Filme: O Maravilhoso Agora

Por Gih Pinheiro •
10 janeiro 2015

O Maravilhoso Agora - 2013
The Spectacular Now

Dirigido por: James Ponsoldt

Estreia Mundial:13 de Setembro de 2013

Elenco:
Miles Teller - Sutter
Shailene Woodley - Aimee
Andre Royo - Mr. Aster
Ava London - Bethany
Bob Odenkirk - Dan
Brie Larson - Cassidy
Dayo Okeniyi - Marcus
Jennifer Jason Leigh - Sara
Kaitlyn Dever - Kristal
Kyle Chandler - Tommy
Levi Miller - Erik
Mary Elizabeth Winstead - Holly
Masam Holden - Ricky
Nicci Faires - Tara
Rodney Lee Rogers - Randy
Whitney Goin - Mãe de Aimee


Sutter é um jovem divertido e baladeiro que namora a garota mais incrível do mundo, mas quando, por causa de um mal entendido, ela termina com ele, o mundo de Sutter desmorona.

Depois de encher a cara, Sutter acaba dormindo no gramado de alguém e é ajudado por Aimee, uma garota doce e gentil que não tem uma boa base familiar. O rapaz desenvolve uma simpatia por ela e tenta ajudá-la como puder, mas não fazia ideia de como as coisas se desenvolveriam, o quanto eles teriam em comum e o quanto ajudariam um ao outro.


Quando vi o trailer fiquei curiosa para ver o filme. Eu gosto muito dos atores e achei que se tratava de uma história de amor adolescente bonitinha, dessas que faz a gente suspirar, mas que não muda nada em nossas vidas.

Tive uma surpresa muito grande ao constatar que era um filme com algo a mais para oferecer e gostei bastante do resultado, mesmo que não seja exatamente o meu tipo de filme.

O enredo é muito interessante, trata-se de um drama cheio de reflexões que pode ter tocado muita gente, com personagens muito próximas da realidade com problemas muito comuns, mas com uma intensidade bem interessante.

O elenco é ótimo, Miles Teller me surpreende cada vez mais, ele tem se esforçado muito para conquistar seu espaço e tem  provado ter muito talento. Shailene Woodley também tem me encantado bastante e espero vê-la se desenvolvendo em papeis cada vez melhores.

Enfim, gostei da proposta do filme, achei que me proporcionou muitos motivos pra pensar sobre o futuro e foi uma boa surpresa. Não é exatamente meu tipo de filme, mas num contexto geral, gostei.



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Filme: Se eu ficar

Por Gih Pinheiro •
27 dezembro 2014

Se Eu Ficar - 2014
If I Stay

Dirigido por: R. J. Cutler

Estreia Brasil: 4 de Setembro de 2014

Elenco:
Chloë Grace Moretz - Mia
Adam Solomonian - Henry
Aisha Hinds - Nurse Ramirez
Ali Milner - Liz
Jakob Davies - Teddy
Jamie Blackley - Adam
Mireille Enos - Kat


Mia é filha de pais roqueiros, mas descobriu na música clássica seu grande prazer, e no violoncelo seu grande talento. Quieta e tímida ela é abordada por Adam, o garoto popular da escola que tem uma banda que, depois de uma certa insistência, a conquista.

Num dia em que as aulas são canceladas por causa da neve, Mia, seus pais e seu irmão mais novo Teddy, saem para um passeio. Mas um trágico acidente muda a vida da garota para sempre.


Como se tivesse saído de seu próprio corpo, Mia vaga entre a cena da tragédia e o hospital, acompanha o sofrimento de amigos e familiares e até mesmo sua própria cirurgia sem que ninguém consiga vê-la.

Entre a vida e a morte, Mia precisa decidir se se entrega e morre, ou se acorda e dá continuidade à sua vida, mesmo que a realidade não seja muito feliz.


Confesso que eu esperava muito mais desse filme, talvez por causa do elenco ou da forma como a divulgação foi feita, mas achei ele tão fraquinho.

Há belas mensagens dentro dele, e achei isso bem bonito, se você tiver paciência de pensar um pouco mais vai encontrar lições bacanas e bons exemplos de amadurecimento em algumas personagens. Mas não posso dizer que seja um ótimo filme. Eu esperava que algo mais acontecesse e não apenas um resultado para a espera, se é que me entendem.

O amor jovem é bonito, mas é um tanto raso, porque não tem nada de extraordinário, nada que possamos pensar que seja uma linda história de amor.

Não sei, houve muitas pessoas que elogiaram o filme, mas infelizmente ele não é pra mim. É bacaninha, mas nada além disso.


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As resenhas da Leticia 03/2014: O Chamado do Anjo - @Guillaume_Musso @Verus_Editora #LeioVerus

Por Letiolive •
16 outubro 2014


Sabe quando você ouve falar de um autor e depois de algum tempo você decide comprar o livro dele porque sente que vai gostar? Foi isso que aconteceu comigo em relação ao Guillaume Musso. Eu já tinha ouvido falar desse autor em uma resenha do livro A Garota de Papel no blog Romances in Pink (link aqui) e há alguns meses atrás, eu tinha visto um entrevista com ele num programa da TV5 Monde chamado L’invité (algo como “O convidado” em português). Dá para assistir o programa aqui, mas infelizmente, ele não tem legendas em português e eu ainda não sei muito de francês para fazer uma boa tradução. Aí veio minha formatura de computação pelo CEDERJ, e como ela ocorria em Niteroí, pensei que seria uma boa ideia comprar um livro desse autor como uma pequena lembrança da cidade (Sim, prefiro isso do que chaveirinhos e camisetas típicas de turistas.). Mas quando fui ao shopping mais próximo, de onde foi a formatura, que é o Niteroí Plaza, eis que descubro que os livros do autor não estavam disponíveis em loja alguma (mas acabei encontrando um livro vira-vira da Nora Roberts nas Lojas Americanas). Mas teimosa como sou, não se passou poucos dias, e acabei comprando no Submarino os dois livros do Guillaume lançados pela Verus Editora, O chamado do anjo e A garota de papel, pois fiquei muito indecisa de qual livro levar.

Capa e contracapa de O chamado do Anjo. Respectivamente, retratam a Madeline e o Jonathan de uma forma bem instigante.

Acabei lendo primeiro O chamado do anjo, e juro, não me arrependi da escolha. Guillaume conseguiu criar uma história de suspense, romance e superação bem alucinante e com algo que poderia acontecer a qualquer um: ter seu celular trocado com o de outra pessoa. Alias, foi esse o fato que aconteceu com o próprio autor que o inspirou a escrever esse livro. Penso até a tal “desconhecida do aeroporto”, como ele chama a moça com quem ele trocou o celular, deve ter tido uma reação semelhante à de um dos personagens de A garota de Papel (Confesso que dei uma folheada no final desse livro sem ter lido ainda, mas acho que a cena que falei poderia também ter acontecido com essa desconhecida). 

A partir desse mote, Guillaume cria uma história que no inicio poderia ser um romance que também denúncia como somos curiosos sobre a vida alheia, mas a cada fuçada nos celulares e arquivos dos personagens, descobrimos que eles tinham um passado que os traumatizou e do qual fogem para evitar que ele tire as suas vidas, literalmente.


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