Aqui tem banca Harlequin #50 (MI-70/13): Romance Real - Nora Roberts (O Reino de Cordina #01)

Post fixo em homenagem aos romances de banca Harlequin, sempre às segundas-feiras.

Hoje é o último dia de setembro, e a primeira semana de outubro, mês de aniversário da diva-mor: NORA ROBERTS(ela faz niver em 10 de outubro) e eu vou tentar postar algumas resenhas de livros da Rainha do Romance, em outubro, como homenagem a ela.
Claro que não vou postar só resenhas dela, e nem de todos os livros dela que tenho ainda por ler... mas este será o primeiro, vou tentar postar todos da Série 'O Reino de Cordina'.
Estes livros são dos primeiros livros escritos por Nora Roberts, este primeiro livro foi lançado em 1986, mas a história, por ser amor é atemporal... e para ser lida e relida sempre.


Sinopse


"- Você é minha filha - disse ele, pegando a mão dela mais uma vez e segurando-a com firmeza. Até mesmo as luzes trêmulas haviam cessado. - É Vossa Alteza Sereníssima Gabriella de Cordina.
(...)
- Cordina é um principado. Sou o príncipe Armand. Você é minha filha primogênita. Tem dois irmãos, Alexander e Bennett." pag 10

Minhas impressões

Gabriella de Cordina, ou Gabriella ou Brie, é a princesa de Cordina, foi sequestrada e perdeu TODA a memória, não sabe quem é, só sabe que está em um hospital, que os homens que estão ao seu lado, são homens bons, sabe como comer, mas não sabe do que gosta, nem consegue sentir o amor que sente por seu pai e seus irmãos...

Quando o pai de Brie, o Princípe Armand, encontra sua filha e ela vai para o hospital, ele chama o filho de um de seus melhores amigos, o ex-policial americano, Reeve MacGee, que agora trabalhando por conta própria, para ajudá-los sem que os súditos descobrissem a desvendar o mistério por trás do sequestro de Gabriella.

"Após dez anos lidando com as camadas menos favorecidas da capital da nação, abdicou do distintivo e começou a trabalhar por conta própria. Chegara uma hora em sua vida em que cansou de seguir ordens de outras pessoas. Trabalhar por conta própria era mais rigoroso, mais inflexível, porém fazia o que desejava. A experiência adquirida no departamento de homicídios e mais tarde no departamento de serviços especiais lhe ensinara a confiar primeiro nos próprios instintos." pag 13

Reeve viaja a Cordina e fica se perguntando o por quê, mas ele descobre que desde a primeira e única vez que viu a princesa, no seu aniversário de 16 anos, ela o cativou, ele com 20 anos, nunca mais conseguiu tirar a imagem dela da cabeça.

"O vestido, ainda podia se lembrar, era de uma seda verde-claro que apertava em torno de uma cintura impossivelmente fina, alargando-se em seguida. De encontro ao tecido, a pele delicada brilhava com vida e juventude. No cabelo, uma pequena presilha de diamantes refulgia em meio à massa castanha longa e vasta. Cabelo em que um homem desejaria enroscar os dedos com possessividade. A face era rosa e acetinada com uma boca carnuda e sedutora. E os olhos... Reeve jamais conseguira esquecê-los. Os olhos, sob a escuridão das sobrancelhas curvadas, circundados por luxuriantes cílios, eram como dois topázios." pag 23

Quando Brie sofre por não lembrar de sua família e do amor por eles, ela se apoia em Reeve, a quem o pai colocou meio como guarda costas... ela acaba encontrando nele alguém com quem pode desabafar e confiar e eles vão se tornando amigos, e depois que o pai dela resolve dizer que eles estão noivos para evitar comentários sobre investigação... e eles acabam se tornando mais que amigos.

"Mundos inteiros se abriam e giravam quando duas bocas se tocavam. A princesa poderia provar o que ele lhe oferecia, paixão, selvagem, madura e livre. A satisfação estava lá. Pulsando dentro dela. Instigando-a.
O encontro ganhou intensidade quando ele a estreitou contra o corpo. Reeve jamais conhecera uma mulher que conseguia ser tão excitante sem perder a suavidade." pag 138

No livro há um certo suspense, aumentado pela falta de memória de Brie, mas ela é forte e não se deixa abater, mesmo com os pesadelos do cativeiro que a perseguem toda noite... e continua fazendo seu trabalho de princesa e com muita garra consegue ter a memória recuperada (após um momento lindo com Reeve) e ainda ter forças para descobrir os bandidos.

"Não, tenho de encarar o fato. Aceitá-lo. Sei que estava fugindo disso, dos dias e noites horríveis que passei sozinha naquele quarto escuro." pag 282

Eu adorei o livro, espero conseguir ler os outros três livros, que são a história dos dois irmãos de Brie e da filha deste casal, fofo, Brie e Reeve.

Classificação

2 comentários :

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