O Besouro Verde



Oi gente!
O fim de semana está aí e trago pra vocês mais um filme que está ocupando minha estante!

O Besouro Verde é um filme baseado num antigo seriado estrelado pelo mestre das artes marciais, Bruce Lee de 1966.


O enredo trata da vida de Britt Reid filho do dono do jornal "O Sentinela Diário" que morre deixando tudo para ele. Britt é o típico playboy que adora dar festas e gastar a grana do pai, mas depois da morte deste ele tem que assumir as responsabilidades do jornal. Então entra em cena Kato, empregado do pai de Reid, mestre em artes marciais e  um gênio na confecção de armamentos.

Como a cidade está nas mãos dos bandidos, Britt tem a brilhante ideia de criar um super herói para combater o crime, porém um herói às avessas, mais com cara de bandido. Assim surge o Besouro Verde, um herói que chega para acabar com os bandidos, mas no mesmo nível deles. Quebrando tudo pela frente.


O filme faz o estilo comédia com cenas exageradas, mas com pontos realmente engraçados. O roteiro não é um dos melhores, o que faz o filme ser algo bem leve, apenas para divertimento. Um ponto a favor é, sem dúvida, a tecnologia empregada, tanto nas explosões, quanto nas cenas de luta e até mesmo no equipamento do Besouro.

Seth Rogen é mestre nesse estilo, começou como um gordinho engraçado e se tornou um dos grandes atores do gênero. Ele dá vida a Britt e seu ego enorme é o que nos faz rir a maior parte do tempo.


Jay Chou é um popular músico de Taiwan que encarnou Kato, o mordomo multiuso que luta como ninguém. Apesar da dificuldade com a língua e a pouca experiência com atuação, não foi de todo ruim.


Mas acho que o maior desperdício do filme foi com Christoph Waltz, um excelente ator que ficou escondido por trás de um bandido excêntrico e cheio de manias, praticamente uma piada.


Um roteiro simples, atores que poderiam ser melhor aproveitados, mas, de certa forma, um bom divertimento. Indico para quem está afim de rir um pouco sem ter preocupações. Mas está longe de ser uma grande produção do gênero.


Kato: Eu nasci em Xangai. Conhece Xangai?
Britt: Iih. Adoro o Japão.

Britt: Sabe o que você é, meu filho? Você é um canivete suíço humano.
Kato: Eu não sei o que significa isso.
Britt: É uma paradinha que você abre e tem um monte de breguetizinho dentro e quando você pensa que não tem mais nada, aparece mais breguetizinhos mais legais. E você é isso...

Britt: Que que é isso? Você disse que a minha fantasia era supimpa. Eu até parei pra pensar que é uma palavra muito esquisita de se usar, supimpa, mas você disse que era supimpa.







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