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A biografia de grandes nomes sempre gerou grande fascínio e interesse daqueles que tem a curiosidade de conhecer os aspectos mais íntimos e ocultos de grandes líderes, cientistas, artistas e pensadores que ajudaram a construir nossa história e permaneceram ativos por meio de seus legados e influências sob nossa sociedade, além da presença viva no imaginário de cada um. 

Perante a iminência da morte, muitos dos que buscam as últimas palavras proferidas por esses grandes ícones mundiais têm a expectativa de um último momento iluminado, permeado por sábias e brilhantes manifestações, enquanto outros aguardam a reafirmação de uma crença, de valores ou causas defendidas. Há também aqueles que aguardam pelo inimaginável e geram a expectativa de que toda uma trajetória seja renegada no momento da morte de seu protagonista. Seja qual for o fim, e deixando de lado qualquer aspecto mórbido que possa assombrar esses últimos momentos de vida, é fato que as últimas palavras sempre despertaram a curiosidade e o imaginário daqueles que admiram ou reconhecem a importância desses significativos homens e mulheres em seus momentos derradeiros. 

Neste mais recente lançamento, são registradas as últimas manifestações de presidentes, imperadores, líderes religiosos, políticos e civis, reis e rainhas, grandes pensadores, filósofos, artistas e cientistas, como Maquiavel, Joana D'arc, Alexandre II, Júlio César, Nero, Giuseppe Garibaldi, Henrique VIII, Elisabeth I, Francisco Ferdinando, Churchill, Mussolini, Himmler, Pinochet, Hegel, David Hume, Nietzsche, Sócrates, Voltaire, Darwin, Goethe, Oscar Wilde, Jane Austen, Beethoven, Charles Chaplin, Isadora Duncan, Frank Sinatra, John Lennin, Chopin, Victor Hugo, João Paulo II, Freud, Einstein, Fernando Pessoa, Edith Piaf, entre outras diversas personalidades da história. 

No Brasil, ao contrário de outras culturas e regiões, há uma forte ausência de registros dos grandes nomes que por aqui passaram, incluindo os presidentes de nossa nação, escritores e artistas. Ainda que raras, são apresentadas as últimas palavras de, entre outros, Tiradentes, Getúlio Vargas, Olavo Bilac, Antônio Carlos Gomes, Visconde de Taunay, Prudente de Moraes, José Carlos do Patrocínio, Machado de Assis e Ruy Barbosa, junto aos seus dados biográficos, contexto e curiosidades.

"Talvez eu não tenha vivido em vão" 
 De: R$ 34,00 por R$ 25,00 - Compre aqui




A MORADORA DE WILDFELL HALL: feminismo e religião na Era Vitoriana 

Em uma época onde era considerado inapropriado para uma mulher escrever livros, Anne Brontë concebe um dos primeiros libelos feministas da literatura 

Foi preciso uma jovem, morrendo de tuberculose, para levantar a questão do papel da mulher em uma Inglaterra imersa na Era Vitoriana. A MORADORA DE WILDFELL HALL, publicado em 1848, é considerado um dos primeiros livros a denunciar a submissão feminina na sociedade inglesa. Para Anne Brontë, autora da obra, a mulher deveria ser dona do próprio destino, o que implica em um novo posicionamento em relação ao homem. 

Para a autora, a mulher ideal é Helen, uma decidida jovem que recusa vários pretendentes ao casamento. Ela se apaixona por Arthur Huntingdon, apesar dos protestos de sua tia, com quem mora. Por isso, Helen não está segura de que tomou a decisão certa. 

Porém, Helen não ficaria em dúvida por muito tempo, já que, depois de casada, seu marido se mostra propenso a retomar a vida desregrada dos seus tempos de solteiro. Ela se vale da religião para tentar corrigir os hábitos libertinos de Arthur, que por sua vez os justifica como uma espécie de carpe diem. Nesse ínterim, nasce o primeiro filho do casal. 

A situação vai se tornando insustentável para a jovem, que se agarra ainda mais à religião – desta vez, como consolo aos crescentes abusos que sofre de seu marido. Com as frequentes visitas de seus amigos, Arthur se torna alcoólatra e ainda mais devasso, a ponto de traí-la com a esposa de um dos seus companheiros. 

Ao mesmo tempo, Arthur começa a disputar a atenção do seu filho com a mãe, que se desespera ao ver o garoto aprender os vícios da bebida e da dissipação com seu pai. Helen então arquiteta uma fuga, que é frustrada por Arthur. 

No entanto, auxiliada por seu irmão, Frederick, Helen consegue abandonar Arthur e se estabelecer anonimamente em outra cidade. E, então, conhece alguém que a recompensará por ter lutado tanto pelo seu destino. 

A obra é discorrida por meio de escritos dos personagens – na primeira e na terceira partes, a trama se desenrola em cartas; na segunda, lê-se o diário de Helen. Isso faz com que a autora privilegie uma linguagem ágil e viva, caracterizando as personagens por meio de seus atos. 

O contexto 

A relação conjugal do casal parece refletir o choque entre puritanismo e liberalidade que dominou as discussões morais na Inglaterra vitoriana. Na visão da escritora, considerada a mais pia das irmãs Brontë, a religião e os bons costumes oferecem a redenção; por outro lado, a insistência no desperdício leva à morte prematura. Brontë não separa o mal do bem por sexo: para ela, ambos existem na consciência do indivíduo e apenas a religião pode eliminar um e promover o outro. 

Quando de seu lançamento, “A MORADORA DE WILDFELL HALL” foi classificado como inapropriado para o público feminino. Na época, ninguém sabia que o livro fora escrito por uma mulher: já que a literatura era restrita a homens, a escritora utilizou o dúbio pseudônimo de Acton Bell. 

Considera-se que o livro seja a resposta de Anne a “O Morro dos Ventos Uivantes”, de sua irmã Emily Brontë.

A Moradora de Wildfell Hall
De: R$ 40,50 por R$ 25,00 - Compre aqui





O AGENTE SECRETO é um romance que pode parecer apenas um thriller de espionagem, mas, pelo contrário, é uma análise aprofundada e um retrato da impotência relativa da maioria das mulheres na sociedade britânica nos últimos anos do século 19. 

Ele não prega. Não defende. Conrad deixa o leitor tirar as conclusões que são pertinentes para cada pessoa. Esta é uma de suas obras mais escuras e misteriosas que capta com humor, ironia e mistério todo o ambiente social e político da Inglaterra vitoriana do final do século 19. O cenário é Londres; o crime, um atentado. Os motivos desse crime estão longe de serem apenas o lucro fácil, a busca ou a ausência de valores. 

Londres no final do século 19 é um refúgio para todos os tipos de exilados políticos. Verloc é um deles, um anarquista que passou anos sendo financiado por um governo estrangeiro em suas ações como espião, ao mesmo tempo, que presta informações à polícia metropolitana da cidade. Quando um novo embaixador é empossado, este exige que Verloc prove o seu valor, atacando alguns alvos selecionados. Sem escolha, diante de um paradoxo explorado por Conrad, Verloc inicia um movimento, que termina com um atentado, ferindo aqueles que lhe são importantes, e sendo apenas uma questão de tempo até que a polícia o encontre ou que seus “colegas” o silenciem. 

Agentes secretos, policiais, diplomatas e a sociedade londrina são envolvidos na trama através de suas relações sombrias e surpreendentes. Este thriller policial e de mistério – precursor das obras escritas por Graham Green (1904-1991) e John le Carré (1931) – apresenta toda a maestria de um dos grandes escritores do século 20, um dos triunfos mais surpreendentes deste gênio da ficção que o torna um dos livros mais lidos entre os 100 mais importantes do século 20. 

Joseph Conrad foi um visionário, percebendo que a sociedade em que vivemos é imperfeita e hipócrita. Mais de cem anos atrás, ele percebeu, do mesmo modo que Herman Melville (1819-1891) e outros grandes pensadores de seu tempo, que as mulheres não têm uma estatura de igualdade com os homens nesta sociedade. Deste modo, escreveu um grande romance que trata deste assunto, mas de uma forma sutil e vigorosa, nas entrelinhas, sob o manto de uma grande história policial e de espionagem. Esta é uma história triste, sombria e cínica. Não há romantismo cego, não há ações devastadoras e também não há consequências políticas explícitas. Como é frequente nos relatos criados por Joseph Conrad, esta é uma história sobre pessoas, vivendo em um mundo exótico. É uma história de tragédia, cujo final parece inevitável, dado o enredo e as peças que Conrad coloca em movimento. 

Joseph Conrad se aprofunda de um modo quase cirúrgico dentro do submundo do terrorismo e das relações sociais, demonstrando como a arte e a literatura podem detectar o futuro muito antes que a ciência social o faça. Conrad, na verdade, nos indica que a grande vilã da história é a era moderna na qual vivemos, uma era que distorce a tudo e a todos, incluindo a política, as relações sociais e as relações familiares. Conrad nos apresenta uma visão sombria da inércia moral e espiritual e a condenação daqueles que ousam enfrentá-la. 

O AGENTE SECRETO foi adaptado pelo próprio Conrad para o teatro, que o transformou em um drama em três atos, cuja estreia ocorreu em 1923. Após uma temporada de sucesso que coincidiu com a morte do autor em 1924, o drama saiu de cartaz retomando apenas em 2008, em uma nova montagem produzida em Chicago, EUA, pelo Organic Theater Company, e simultaneamente em Gênova, Itália, sob a direção de Marco Sciaccaluga. O AGENTE SECRETO serviu como base para o filme “Sabotage” (lançado no Brasil como “O Marido era o Culpado” e, mais tarde, como “Sabotagem”), de 1936, dirigido por Alfred Hitchcock, com algumas alterações quanto ao foco da ação e quanto às características de algumas personagens; é um dos últimos filmes da fase inglesa de Hithcock (seu último dessa fase foi “A Estalagem Maldita”, produzido três anos depois), sendo que o diretor retornaria ao tema de crimes, conspirações e atentados mais tarde em produções como “O Homem que Sabia Demais”, “Intriga Internacional” e “Correspondente Estrangeiro”. Recentemente, foi adaptado também para o cinema numa produção de 1996, dirigida por Christopher Hampton, com trilha sonora de Philip Glass e estrelada por Bob Hoskins, Patricia Arquette, Gérard Depardieu, Jim Broadbent, Christian Bale e Robin Williams.

O Agente Secreto 
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Com tradução de Ana Maria Oliveira Rosa e revisão textual de Carolina Caires Coelho, o único romance escrito por Emily Brontë, O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, foi publicado em 1847 e atribuído a um certo “Ellis Bell”. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, caracterizado como uma história de amor amaldiçoado e de vingança, e visto como a mais intensa história de amor já escrita na língua inglesa, recebeu fortes críticas no século 19, época em que foi lançado. Um ano antes, as três irmãs Brontë Charlotte, Emily e Anne haviam publicado uma coletânea de poemas em nome de “Currer, Ellis e Acton Bell”. Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as “Irmãs Brontë” e os “Irmãos Bell” fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a controvérsias: que “Bell” seria, realmente, qual das irmãs Brontë? Correntes de críticos afirmavam que os três pseudônimos pertenciam na realidade à Charlotte; outros sugeriam que os demais pseudônimos “Bell” não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e se referiam a seu Irmão Branwell. Críticos da época reagiram com indiferença à obra, comparando-a desfavoravelmente com “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento. Finalmente, a reavaliação crítica gradual encabeçada pela própria Charlotte resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação d' O MORRO DOS VENTOS UIVANTES como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical da tradição vitoriana de romance, fortemente influenciado pelo estilo de Percy Shelley em sua poesia, pelo ar gótico e rebuscado de Isaac Watts, autor do primeiro romance gótico “O Castelo de Otranto” e por Mary Shelley, autora de “Frankstein” e “O Último Homem”. O MORRO DOS VENTOS UIVANTES possui características ímpares diante de seus contemporâneos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, sua estrutura dramática era resultado do choque de vontades, através de uma rica mistura de romantismo e realismo, transbordando de paixão, turbulência e misticismo. O MORRO DOS VENTOS UIVANTES já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e TV. A versão de William Wyler de 1939, estrelada por Merle Oberon como Cathy e Laurence Olivier como Heathcliff, é considerado um dos grandes clássicos do cinema até os dias de hoje, indicado para sete categorias da mais importante premiação do cinema e vencedora do prêmio por sua fotografia; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e uma modernização para os dias de hoje, produzida pela MTV em 2003.

O Morro dos Ventos Uivantes 
De: R$ 45,00 por R$ 25,00 - Compre aqui





O ÚLTIMO HOMEM conta a história de Lionel Verney, filho de uma família nobre lançada à pobreza, pelo orgulho e pela insensibilidade. Ela ocorre num futuro distante, quando uma terrível guerra assola o Mundo e leva a Humanidade à destruição devido a uma praga que gradualmente mata todos os seres humanos. 

Na introdução do livro, um narrador desconhecido afirma ter encontrado na caverna da sibila Cumana, sacerdotisa de Apolo, um manuscrito escrito por ela, salvo da destruição dos livros proféticos dessa sibila ocorrido, em 83 a.C. num incêndio do Senado Romano. Este manuscrito antevê acontecimentos que ocorrerão dois séculos depois, que destruirão a Humanidade. 

Lionel Verney é o único humano imune à praga e testemunha a gradual destruição de todos à sua volta o que lhe produz uma profunda mudança psicológica e emocional, nas relações com amigos e familiares bem como com os horrores que a guerra e a praga provocam. 

Por que os homens insistem em seus erros mesmo vendo próximo o seu fim? A Humanidade sobreviverá a esta hecatombe? Se sobreviver, conseguirá mudar seus paradigmas para que isto não volte a acontecer? Por que Lionel era o único humano imune à praga? 

Estas são as questões que povoam nossa mente durante a leitura desta obra instigante e tão moderna, quanto quando foi lançada. O ÚLTIMO HOMEM independe de tempo e localização e conduz o leitor a uma viagem emocionante, que irá provocar muita reflexão. 

Escrito por Mary Shelley (autora de Frankestein), em 1826, e publicado na Inglaterra em três volumes, logo após à morte de seu marido, constrói uma visão do futuro, a partir de um manuscrito profético que anuncia o fim da humanidade. A vida dos personagens é apresentada em um contexto no qual as carências pessoais e domésticas são substituídas pelas exigências políticas e tudo isto é suplantado por uma praga incontrolável que engolfa toda a espécie humana. 

O ÚLTIMO HOMEM é um conto de fadas para adultos, com cenas de batalhas vividamente descritas, mortes por pragas incuráveis e amores ardentes. Como romance de ficção científica, é notável a ausência de termos tecnológicos e invenções além do seu tempo, geralmente associados ao gênero.

O Último Homem 
De: R$ 51,50 por R$ 25,00 - Compre aqui


Estou precisando ler 'Norte e Sul' que já adquiri e ainda não li... quem quer resenha dele... comente aqui...



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